{"id":231,"date":"2010-05-12T23:48:04","date_gmt":"2010-05-13T02:48:04","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/?q=node\/231"},"modified":"2013-01-19T18:25:25","modified_gmt":"2013-01-19T20:25:25","slug":"todo-o-apoio-a-luta-dos-trabalhadores-da-usp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2010\/05\/todo-o-apoio-a-luta-dos-trabalhadores-da-usp\/","title":{"rendered":"Todo o apoio \u00e0 luta dos trabalhadores da USP"},"content":{"rendered":"<p>\n\tNo dia 5 de maio teve in&iacute;cio a greve dos servidores t&eacute;cnico-administrativos da USP, categoria que re&uacute;ne 15 mil trabalhadores, organizados pelo Sintusp, sindicato combativo filiado &agrave; Conlutas.<\/p>\n<p>\n\tA greve faz parte da campanha salarial da categoria, que tem como principal reivindica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica um reajuste de cerca de 17% referente a perdas acumuladas. A greve tamb&eacute;m se faz em torno da defesa da universidade p&uacute;blica e da livre organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores, o que se materializa em uma s&eacute;rie de outras reivindica&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\tFim da Univesp (Universidade Virtual do Estado de S&atilde;o Paulo), projeto de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia, sem aulas presenciais, com o conte&uacute;do sendo transmitido via internet. O objetivo desse projeto &eacute; fornecer uma pseudo-forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria de segunda linha para setores da popula&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o podem ingressar na Universidade, maquiando as estat&iacute;sticas de ensino superior com uma falsa amplia&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o projeto ataca a carreira docente da Universidade, pois desobriga o Estado de contratar professores na quantidade necess&aacute;ria para prover um ensino de qualidade.<\/li>\n<li>\n\t\tAumento das verbas destinadas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da Universidade. Os governos estaduais e o governo federal t&ecirc;m reduzido as verbas destinadas &agrave; educa&ccedil;&atilde;o para desviar o dinheiro p&uacute;blico para as grandes empresas capitalistas atingidas pela crise mundial.<\/li>\n<li>\n\t\tFim da tentativa da reitoria da USP de obrigar cerca de 5 mil funcion&aacute;rios (um ter&ccedil;o do quadro funcional) a prestar novo concurso, sob amea&ccedil;a de demiss&atilde;o. Muitos dos servidores amea&ccedil;ados j&aacute; est&atilde;o na Universidade h&aacute; mais de vinte anos.<\/li>\n<li>\n\t\tFim dos processos judiciais e multas contra o Sintusp e o DCE (Diret&oacute;rio Central dos Estudantes) e fim dos 50 processos administrativos e sindic&acirc;ncias contra servidores e alunos. Essas medidas repressivas s&atilde;o uma repres&aacute;lia ao movimento de 2007, que teve seu auge na ocupa&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio da reitoria que reverteu os projetos do governo Serra que retiravam a autonomia financeira e administrativa da Universidade. Na ocasi&atilde;o, o Sintusp apoiou a luta dos estudantes. A resposta da reitoria foi a demiss&atilde;o ilegal do diretor da entidade, Claudionor Brand&atilde;o, em 2008. Uma das pautas centrais do movimento &eacute; a reintegra&ccedil;&atilde;o de Brand&atilde;o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\n\tDesde o in&iacute;cio da greve a reitoria se recusava a negociar com os representantes dos trabalhadores. Mas no dia 01\/06 a trucul&ecirc;ncia chegou ao auge com o pedido da reitora Suely Vilela de que a tropa de choque da PM invadisse o campus da Cidade Universit&aacute;ria para reprimir os piquetes, sobre o pretexto de supostos &quot;danos ao patrim&ocirc;nio p&uacute;blico&quot;. Trata-se de uma medida ilegal, j&aacute; que o estatuto da Universidade garante a sua inviolabilidade e proibe o aparato policial de adentrar ao campus.<\/p>\n<p>\n\tA invas&atilde;o da PM provocou imediata rea&ccedil;&atilde;o de outros setores da comunidade acad&ecirc;mica. Os docentes (que se organizam numa entidade separada, a Adusp, filiada ao Andes-Sindicato Nacional) e os estudantes realizaram um ato de protesto em conjunto no dia 02\/06. Nas assembl&eacute;ias do dia 04\/06, professores e estudantes tamb&eacute;m entraram em greve, em solidariedade aos funcion&aacute;rios. Trata-se de uma greve fortemente pol&iacute;tica, de apoio aos trabalhadores e de rep&uacute;dio ao autoritarismo da reitoria e do governo estadual.<\/p>\n<p>\n\tO governo Serra, em plena vig&ecirc;ncia da democracia burguesa, se comporta de forma t&atilde;o ou mais agressiva que a ditadura militar. A &uacute;ltima invas&atilde;o da Pol&iacute;cia na USP, para reprimir a greve dos funcion&aacute;rios ocorreu h&aacute; 30 anos, em plena ditadura militar, quando se iniciava a organiza&ccedil;&atilde;o popular do movimento contra a ditadura. Em 2007, com a reitoria ocupada pelos estudantes, o governo Serra n&atilde;o se atreveu a enviar a pol&iacute;cia ao campus.<\/p>\n<p>\n\tAgora, em 2009, o movimento dos trabalhadores, estudantes e professores se choca frontalmente contra a pol&iacute;tica de Serra e Lula de destrui&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, sucateamento dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos em geral, arrocho salarial dos servidores. Essa pol&iacute;tica &eacute; central tanto para o PSDB como para o PT, pois trata- se de um projeto da burguesia brasileira e mundial, que visa esvaziar as fun&ccedil;&otilde;es do Estado e desviar os recursos p&uacute;blicos para o socorro ao capital, seriamente amea&ccedil;ado pela crise estrutural.<\/p>\n<p>\n\tDevido &agrave; sua import&acirc;ncia, o movimento est&aacute; sendo duramente atacado, o que demonstra a disposi&ccedil;&atilde;o da burguesia de usar a for&ccedil;a para reprimir movimentos que contestem os aspectos centrais de sua pol&iacute;tica. A imprensa burguesa, por sua vez, cumpre mais uma vez o papel nefasto de desinformar a popula&ccedil;&atilde;o e apresentar os setores em luta como &quot;v&acirc;ndalos, arruaceiros, bandidos&quot;, tentando colocar a opini&atilde;o p&uacute;blica contra o movimento.<\/p>\n<p>\n\tPor fim, no dia 09\/06, um ato conjunto de trabalhadores, estudantes e professores, com apoio de caravanas de outros campi e de representantes de outras entidades, visando for&ccedil;ar a reabertura das negocia&ccedil;&otilde;es, foi alvo de uma violenta repress&atilde;o da pol&iacute;cia. Cenas de guerra foram vistas no campus da USP, com uso de bombas de g&aacute;s lacrimog&ecirc;neo, bombas de efeito moral, espancamento e pris&atilde;o de manifestantes, entre os quais Claudionor Brand&atilde;o.<\/p>\n<p>\n\tO Espa&ccedil;o Socialista se solidariza com a luta de trabalhadores, estudantes e professores e colocar&aacute; todas as suas for&ccedil;as numa campanha de apoio &agrave; greve e &agrave;s suas reivindica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>\n\tTamb&eacute;m estamos impulsionando uma campanha de apoio, com abaixo assinado em outras categorias, panfletagens, atos e reuni&otilde;es de solidariedade, mo&ccedil;&otilde;es, etc.<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\tFora a Pol&iacute;cia Militar do campus!<\/li>\n<li>\n\t\tFora Suely Vilela, Paulo Renato, serra e seu autoritarismo!<\/li>\n<li>\n\t\tN&atilde;o &agrave; Univesp e &agrave; precariza&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria!<\/li>\n<li>\n\t\tPela revoga&ccedil;&atilde;o de todos os processos administrativos e judiciais envolvendo lideran&ccedil;as do movimento!<\/li>\n<li>\n\t\tPela reintegra&ccedil;&atilde;o de todas as lideran&ccedil;as do movimento, incluindo o diretor do SINTUSP, Claudionor Brand&atilde;o!<\/li>\n<li>\n\t\tFora as funda&ccedil;&otilde;es privadas, que se aproveitam da estrutura da universidade como balc&atilde;o de neg&oacute;cios!<\/li>\n<li>\n\t\tPor uma universidade p&uacute;blica, gratuita e de qualidade para todos<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\n\tNo dia 5 de maio teve in&iacute;cio a greve dos servidores t&eacute;cnico-administrativos da USP, categoria que re&uacute;ne 15 mil trabalhadores, organizados pelo Sintusp, sindicato combativo filiado &agrave; Conlutas.<\/p>\n<p>\n\tA greve faz parte da campanha salarial da categoria, que tem como principal reivindica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica um reajuste de cerca de 17% referente a perdas acumuladas. A greve tamb&eacute;m se faz em torno da defesa da universidade p&uacute;blica e da livre organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores, o que se materializa em uma s&eacute;rie de outras reivindica&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\tFim da Univesp (Universidade Virtual do Estado de S&atilde;o Paulo), projeto de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia, sem aulas presenciais, com o conte&uacute;do sendo transmitido via internet. O objetivo desse projeto &eacute; fornecer uma pseudo-forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria de segunda linha para setores da popula&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o podem ingressar na Universidade, maquiando as estat&iacute;sticas de ensino superior com uma falsa amplia&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o projeto ataca a carreira docente da Universidade, pois desobriga o Estado de contratar professores na quantidade necess&aacute;ria para prover um ensino de qualidade.<\/li>\n<li>\n\t\tAumento das verbas destinadas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da Universidade. Os governos estaduais e o governo federal t&ecirc;m reduzido as verbas destinadas &agrave; educa&ccedil;&atilde;o para desviar o dinheiro p&uacute;blico para as grandes empresas capitalistas atingidas pela crise mundial.<\/li>\n<li>\n\t\tFim da tentativa da reitoria da USP de obrigar cerca de 5 mil funcion&aacute;rios (um ter&ccedil;o do quadro funcional) a prestar novo concurso, sob amea&ccedil;a de demiss&atilde;o. Muitos dos servidores amea&ccedil;ados j&aacute; est&atilde;o na Universidade h&aacute; mais de vinte anos.<\/li>\n<li>\n\t\tFim dos processos judiciais e multas contra o Sintusp e o DCE (Diret&oacute;rio Central dos Estudantes) e fim dos 50 processos administrativos e sindic&acirc;ncias contra servidores e alunos. Essas medidas repressivas s&atilde;o uma repres&aacute;lia ao movimento de 2007, que teve seu auge na ocupa&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio da reitoria que reverteu os projetos do governo Serra que retiravam a autonomia financeira e administrativa da Universidade. Na ocasi&atilde;o, o Sintusp apoiou a luta dos estudantes. A resposta da reitoria foi a demiss&atilde;o ilegal do diretor da entidade, Claudionor Brand&atilde;o, em 2008. Uma das pautas centrais do movimento &eacute; a reintegra&ccedil;&atilde;o de Brand&atilde;o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\n\tDesde o in&iacute;cio da greve a reitoria se recusava a negociar com os representantes dos trabalhadores. Mas no dia 01\/06 a trucul&ecirc;ncia chegou ao auge com o pedido da reitora Suely Vilela de que a tropa de choque da PM invadisse o campus da Cidade Universit&aacute;ria para reprimir os piquetes, sobre o pretexto de supostos &quot;danos ao patrim&ocirc;nio p&uacute;blico&quot;. Trata-se de uma medida ilegal, j&aacute; que o estatuto da Universidade garante a sua inviolabilidade e proibe o aparato policial de adentrar ao campus.<\/p>\n<p>\n\tA invas&atilde;o da PM provocou imediata rea&ccedil;&atilde;o de outros setores da comunidade acad&ecirc;mica. Os docentes (que se organizam numa entidade separada, a Adusp, filiada ao Andes-Sindicato Nacional) e os estudantes realizaram um ato de protesto em conjunto no dia 02\/06. Nas assembl&eacute;ias do dia 04\/06, professores e estudantes tamb&eacute;m entraram em greve, em solidariedade aos funcion&aacute;rios. Trata-se de uma greve fortemente pol&iacute;tica, de apoio aos trabalhadores e de rep&uacute;dio ao autoritarismo da reitoria e do governo estadual.<\/p>\n<p>\n\tO governo Serra, em plena vig&ecirc;ncia da democracia burguesa, se comporta de forma t&atilde;o ou mais agressiva que a ditadura militar. A &uacute;ltima invas&atilde;o da Pol&iacute;cia na USP, para reprimir a greve dos funcion&aacute;rios ocorreu h&aacute; 30 anos, em plena ditadura militar, quando se iniciava a organiza&ccedil;&atilde;o popular do movimento contra a ditadura. Em 2007, com a reitoria ocupada pelos estudantes, o governo Serra n&atilde;o se atreveu a enviar a pol&iacute;cia ao campus.<\/p>\n<p>\n\tAgora, em 2009, o movimento dos trabalhadores, estudantes e professores se choca frontalmente contra a pol&iacute;tica de Serra e Lula de destrui&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, sucateamento dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos em geral, arrocho salarial dos servidores. Essa pol&iacute;tica &eacute; central tanto para o PSDB como para o PT, pois trata- se de um projeto da burguesia brasileira e mundial, que visa esvaziar as fun&ccedil;&otilde;es do Estado e desviar os recursos p&uacute;blicos para o socorro ao capital, seriamente amea&ccedil;ado pela crise estrutural.<\/p>\n<p>\n\tDevido &agrave; sua import&acirc;ncia, o movimento est&aacute; sendo duramente atacado, o que demonstra a disposi&ccedil;&atilde;o da burguesia de usar a for&ccedil;a para reprimir movimentos que contestem os aspectos centrais de sua pol&iacute;tica. A imprensa burguesa, por sua vez, cumpre mais uma vez o papel nefasto de desinformar a popula&ccedil;&atilde;o e apresentar os setores em luta como &quot;v&acirc;ndalos, arruaceiros, bandidos&quot;, tentando colocar a opini&atilde;o p&uacute;blica contra o movimento.<\/p>\n<p>\n\tPor fim, no dia 09\/06, um ato conjunto de trabalhadores, estudantes e professores, com apoio de caravanas de outros campi e de representantes de outras entidades, visando for&ccedil;ar a reabertura das negocia&ccedil;&otilde;es, foi alvo de uma violenta repress&atilde;o da pol&iacute;cia. Cenas de guerra foram vistas no campus da USP, com uso de bombas de g&aacute;s lacrimog&ecirc;neo, bombas de efeito moral, espancamento e pris&atilde;o de manifestantes, entre os quais Claudionor Brand&atilde;o.<\/p>\n<p>\n\tO Espa&ccedil;o Socialista se solidariza com a luta de trabalhadores, estudantes e professores e colocar&aacute; todas as suas for&ccedil;as numa campanha de apoio &agrave; greve e &agrave;s suas reivindica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>\n\tTamb&eacute;m estamos impulsionando uma campanha de apoio, com abaixo assinado em outras categorias, panfletagens, atos e reuni&otilde;es de solidariedade, mo&ccedil;&otilde;es, etc.<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\tFora a Pol&iacute;cia Militar do campus!<\/li>\n<li>\n\t\tFora Suely Vilela, Paulo Renato, serra e seu autoritarismo!<\/li>\n<li>\n\t\tN&atilde;o &agrave; Univesp e &agrave; precariza&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria!<\/li>\n<li>\n\t\tPela revoga&ccedil;&atilde;o de todos os processos administrativos e judiciais envolvendo lideran&ccedil;as do movimento!<\/li>\n<li>\n\t\tPela reintegra&ccedil;&atilde;o de todas as lideran&ccedil;as do movimento, incluindo o diretor do SINTUSP, Claudionor Brand&atilde;o!<\/li>\n<li>\n\t\tFora as funda&ccedil;&otilde;es privadas, que se aproveitam da estrutura da universidade como balc&atilde;o de neg&oacute;cios!<\/li>\n<li>\n\t\tPor uma universidade p&uacute;blica, gratuita e de qualidade para todos<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/231"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=231"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/231\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":724,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/231\/revisions\/724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=231"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=231"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}