{"id":266,"date":"2011-01-18T20:05:06","date_gmt":"2011-01-18T22:05:06","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/?q=node\/266"},"modified":"2013-01-19T18:57:39","modified_gmt":"2013-01-19T20:57:39","slug":"quem-e-culpado-pelas-enchentes-como-resolver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2011\/01\/quem-e-culpado-pelas-enchentes-como-resolver\/","title":{"rendered":"Quem \u00e9 culpado pelas enchentes? Como Resolver?"},"content":{"rendered":"<h4>\n\t<strong>Quem &eacute; culpado pelas enchentes? Como Resolver?&nbsp; <\/strong><\/h4>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>DESCASO DOS GOVERNOS&nbsp; E GAN&Acirc;NCIA DOS CAPITALISTAS&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>\n\tJ&aacute; virou rotina n&atilde;o sabermos como vai terminar nosso dia. Se vamos ter como voltar pra casa ou se as ruas ser&atilde;o alagadas tornando-se rios e lagos invenc&iacute;veis para carros, &ocirc;nibus e trens. Quantas vezes ficamos ref&eacute;ns nas esta&ccedil;&otilde;es esperando a libera&ccedil;&atilde;o dos trilhos?<\/p>\n<p>\n\tE quem mora na periferia? Tem que conviver com a constante amea&ccedil;a de ver tudo o que conquistou ser arrastado pelo barranco e ainda ouvir pela televis&atilde;o que ele n&atilde;o deveria estar ali&#8230; Ora, quem pode escolher n&atilde;o vai querer morar em cima ou embaixo de um barranco amea&ccedil;ado de deslizamento.<\/p>\n<p>\n\tCada Prefeito e Governador (tanto os do bloco PSDB\/DEM, quanto os do PT\/PMDB\/PSB, etc) jogam a culpa uns nos outros e ningu&eacute;m faz nada frente a um problema que se repete a cada ano. Isso porque n&atilde;o est&atilde;o dispostos a enfrentar o problema pela raiz.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; claro que n&atilde;o podemos esperar que os governos controlem as chuvas, mas devemos exigir que sejam tomadas medidas para combater e minimizar as conseq&uuml;&ecirc;ncias de per&iacute;odos chuvosos e que o povo pobre n&atilde;o seja obrigado a pagar com a vida pela falta de planejamento urbano e pelo lucro dos especuladores imobili&aacute;rios.<\/p>\n<p>\n\tSabemos que a impermeabiliza&ccedil;&atilde;o do solo &eacute; a principal causa de enchentes, pois a &aacute;gua n&atilde;o pode ser absorvida pelo concreto e pelo tipo de asfalto usado. Isso acontece principalmente em antigas &aacute;reas de v&aacute;rzea de importantes rios (Tiet&ecirc;, Pinheiros, Tamanduate&iacute;, que hoje n&atilde;o passam de esgoto a c&eacute;u aberto), tomadas por empreendimentos imobili&aacute;rios como Shoppings e condom&iacute;nio fechados.<\/p>\n<p>\n\tPara aumentar esses problemas existem os interesses e a influ&ecirc;ncia das grandes multinacionais, ind&uacute;strias automobil&iacute;sticas, que se instalaram no Brasil no s&eacute;culo passado e impuseram a desorganiza&ccedil;&atilde;o dos transportes ferrovi&aacute;rios e coletivos como forma de impulsionar o modelo de transporte individual (cada vez mais carros).&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tTal modelo exige cada vez mais a constru&ccedil;&atilde;o de avenidas asfaltadas, pontes e viadutos, a demoli&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;dios e a desapropria&ccedil;&atilde;o de casas para dar lugar &agrave; fluidez do tr&acirc;nsito entupido de autom&oacute;veis.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; esse modelo irracional, voltado apenas para gerar lucro para as ind&uacute;strias multinacionais, empreiteiras e grandes imobili&aacute;rias que impuseram o prolongamento da Av. Faria Lima, no Bairro Pinheiros,e a constru&ccedil;&atilde;o da famosa Ponte Estaiada, onde &eacute; proibida a passagem de &ocirc;nibus, N&atilde;o &eacute; de se admirar que apesar de tantas obras car&iacute;ssimas o tr&acirc;nsito continua ca&oacute;tico j&aacute; que n&atilde;o h&aacute; um verdadeiro compromisso com o transporte p&uacute;blico, tamb&eacute;m entregue &agrave; explora&ccedil;&atilde;o privada, encarecido e de baixa qualidade.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;A l&oacute;gica do lucro na ocupa&ccedil;&atilde;o do solo permite que a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria encare&ccedil;a os im&oacute;veis pr&oacute;ximos ao centro e obriga os trabalhadores a se fixarem longe de seus locais de trabalho. Aos trabalhadores s&oacute; restam os locais mais baratos, ou seja, aqueles que n&atilde;o s&atilde;o os principais alvos da especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria: como as encostas, &aacute;reas de mananciais, morros e margem dos rios da periferia.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute;, portanto, a l&oacute;gica capitalista do lucro a respons&aacute;vel pelas enchentes e deslizamentos que tantas v&iacute;timas e preju&iacute;zos causam aos trabalhadores.<\/p>\n<p>\n\tSe a l&oacute;gica do lucro na ocupa&ccedil;&atilde;o do solo n&atilde;o for quebrada, os trabalhadores continuar&atilde;o a perder tudo: suas casas e at&eacute; a vida de seus familiares. Se os casos mais famosos como as enchentes do Jardim Romano e do Jardim Pantanal, na periferia da Zona Leste n&atilde;o s&atilde;o resolvidos, imaginem as milhares de trag&eacute;dias an&ocirc;nimas vividas por tantos trabalhadores que ao chegar a suas casas se deparam com uma inunda&ccedil;&atilde;o ou deslizamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>Para as empresas: Ajuda do Estado. <\/strong><\/p>\n<p>\n\t<strong>Para as v&iacute;timas das enchentes e deslizamentos: a culpa pelas desgra&ccedil;as<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tAs grandes empresas e multinacionais em dificuldade sempre contam com a ajuda do Estado atrav&eacute;s de anistia de impostos e empr&eacute;stimos a juros baix&iacute;ssimos que garantem sua lucratividade. J&aacute; os trabalhadores v&iacute;timas de enchentes e deslizamentos s&atilde;o responsabilizados pelos desastres, acusados de entupir os bueiros e de ocupar &aacute;reas de riscos como se fossem por sua vontade, acabam na pr&aacute;tica arcando sozinhos com o custo das desgra&ccedil;as e quando tentam mostrar sua indigna&ccedil;&atilde;o s&atilde;o duramente reprimidos pela pol&iacute;cia. As v&iacute;timas se tornam os culpados.<\/p>\n<p>\n\tPara mudar esse quadro &eacute; preciso quebrar a l&oacute;gica capitalista que prevalece na ocupa&ccedil;&atilde;o urbana e no modelo de transporte em prol de uma organiza&ccedil;&atilde;o das cidades que atenda as necessidades dos trabalhadores que s&atilde;o os que de fato produzem a riqueza social. &nbsp;<\/p>\n<p>\n\tCaso contr&aacute;rio, continuaremos com as ruas entupidas de carros, pagando impostos para que se construa mais avenidas, pontes e viadutos, impermeabilizando a cidade com concreto e asfalto e sendo empurrados para ocupar &aacute;reas de riscos ou ainda tendo &aacute;reas que antigamente eram seguras e livres de enchentes agora tomadas pelas &aacute;guas.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Propostas Socialistas Contra as Enchentes e Deslizamentos<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&#8211; Priorizar realmente o transporte coletivo de qualidade. Investimento em mais trens e &ocirc;nibus para diminuir o n&uacute;mero de autom&oacute;veis nas ruas e aumentar a &aacute;rea verde da cidade. Tarifa social de R$ 1,00&nbsp; &nbsp;nos trens e &ocirc;nibus. &nbsp;Que o empresariado e o estado assumam o restante do custo, com a cria&ccedil;&atilde;o de um Fundo de Transporte cortando gastos dos pol&iacute;ticos, cargos privilegiados, e aumentando os impostos da empresas, que n&atilde;o disponibilizem &ocirc;nibus fretados.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; H&aacute; milhares de im&oacute;veis vazios nas grandes cidades enquanto trabalhadores vivem em &aacute;reas de risco e distantes do trabalho. Portanto &eacute; preciso expropriar os im&oacute;veis ociosos nos centros e coloc&aacute;-los &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores a pre&ccedil;os acess&iacute;veis;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Por um plano de obras eficaz que viabilize a constru&ccedil;&atilde;o de moradias populares a pre&ccedil;os compat&iacute;veis e n&atilde;o absurdos como hoje. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Fim de financiamento p&uacute;blico para condom&iacute;nios de luxo e a utiliza&ccedil;&atilde;o dessa verba para financiamento das moradias populares;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Indeniza&ccedil;&atilde;o do Estado a todas as v&iacute;timas de enchentes e deslizamentos;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Casa para quem perdeu a casa nas enchentes e deslizamentos;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Isen&ccedil;&atilde;o de todos os tributos para as v&iacute;timas de alagamentos e desmoronamentos por seis meses.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Por um plano de obras p&uacute;blicas que priorize o saneamento e a despolui&ccedil;&atilde;o de rios e lagos; Proibi&ccedil;&atilde;o das empresas jogarem seus esgotos nos rios.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Contra a repress&atilde;o e a criminaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos das v&iacute;timas de enchentes.<\/p>\n<p>\n\tSe voc&ecirc; tem afinidade com essas id&eacute;ias, venha debater e participar conosco dessa luta por uma mudan&ccedil;a em prol de n&oacute;s mesmos!<\/p>\n<p>\n\tEspa&ccedil;o Socialista<\/p>\n<p>\n\tJaneiro de 2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<h4>\n\t<strong>Quem &eacute; culpado pelas enchentes? Como Resolver?&nbsp; <\/strong><\/h4>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>DESCASO DOS GOVERNOS&nbsp; E GAN&Acirc;NCIA DOS CAPITALISTAS&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>\n\tJ&aacute; virou rotina n&atilde;o sabermos como vai terminar nosso dia. Se vamos ter como voltar pra casa ou se as ruas ser&atilde;o alagadas tornando-se rios e lagos invenc&iacute;veis para carros, &ocirc;nibus e trens. Quantas vezes ficamos ref&eacute;ns nas esta&ccedil;&otilde;es esperando a libera&ccedil;&atilde;o dos trilhos?<\/p>\n<p>\n\tE quem mora na periferia? Tem que conviver com a constante amea&ccedil;a de ver tudo o que conquistou ser arrastado pelo barranco e ainda ouvir pela televis&atilde;o que ele n&atilde;o deveria estar ali&#8230; Ora, quem pode escolher n&atilde;o vai querer morar em cima ou embaixo de um barranco amea&ccedil;ado de deslizamento.<\/p>\n<p>\n\tCada Prefeito e Governador (tanto os do bloco PSDB\/DEM, quanto os do PT\/PMDB\/PSB, etc) jogam a culpa uns nos outros e ningu&eacute;m faz nada frente a um problema que se repete a cada ano. Isso porque n&atilde;o est&atilde;o dispostos a enfrentar o problema pela raiz.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; claro que n&atilde;o podemos esperar que os governos controlem as chuvas, mas devemos exigir que sejam tomadas medidas para combater e minimizar as conseq&uuml;&ecirc;ncias de per&iacute;odos chuvosos e que o povo pobre n&atilde;o seja obrigado a pagar com a vida pela falta de planejamento urbano e pelo lucro dos especuladores imobili&aacute;rios.<\/p>\n<p>\n\tSabemos que a impermeabiliza&ccedil;&atilde;o do solo &eacute; a principal causa de enchentes, pois a &aacute;gua n&atilde;o pode ser absorvida pelo concreto e pelo tipo de asfalto usado. Isso acontece principalmente em antigas &aacute;reas de v&aacute;rzea de importantes rios (Tiet&ecirc;, Pinheiros, Tamanduate&iacute;, que hoje n&atilde;o passam de esgoto a c&eacute;u aberto), tomadas por empreendimentos imobili&aacute;rios como Shoppings e condom&iacute;nio fechados.<\/p>\n<p>\n\tPara aumentar esses problemas existem os interesses e a influ&ecirc;ncia das grandes multinacionais, ind&uacute;strias automobil&iacute;sticas, que se instalaram no Brasil no s&eacute;culo passado e impuseram a desorganiza&ccedil;&atilde;o dos transportes ferrovi&aacute;rios e coletivos como forma de impulsionar o modelo de transporte individual (cada vez mais carros).&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tTal modelo exige cada vez mais a constru&ccedil;&atilde;o de avenidas asfaltadas, pontes e viadutos, a demoli&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;dios e a desapropria&ccedil;&atilde;o de casas para dar lugar &agrave; fluidez do tr&acirc;nsito entupido de autom&oacute;veis.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; esse modelo irracional, voltado apenas para gerar lucro para as ind&uacute;strias multinacionais, empreiteiras e grandes imobili&aacute;rias que impuseram o prolongamento da Av. Faria Lima, no Bairro Pinheiros,e a constru&ccedil;&atilde;o da famosa Ponte Estaiada, onde &eacute; proibida a passagem de &ocirc;nibus, N&atilde;o &eacute; de se admirar que apesar de tantas obras car&iacute;ssimas o tr&acirc;nsito continua ca&oacute;tico j&aacute; que n&atilde;o h&aacute; um verdadeiro compromisso com o transporte p&uacute;blico, tamb&eacute;m entregue &agrave; explora&ccedil;&atilde;o privada, encarecido e de baixa qualidade.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;A l&oacute;gica do lucro na ocupa&ccedil;&atilde;o do solo permite que a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria encare&ccedil;a os im&oacute;veis pr&oacute;ximos ao centro e obriga os trabalhadores a se fixarem longe de seus locais de trabalho. Aos trabalhadores s&oacute; restam os locais mais baratos, ou seja, aqueles que n&atilde;o s&atilde;o os principais alvos da especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria: como as encostas, &aacute;reas de mananciais, morros e margem dos rios da periferia.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute;, portanto, a l&oacute;gica capitalista do lucro a respons&aacute;vel pelas enchentes e deslizamentos que tantas v&iacute;timas e preju&iacute;zos causam aos trabalhadores.<\/p>\n<p>\n\tSe a l&oacute;gica do lucro na ocupa&ccedil;&atilde;o do solo n&atilde;o for quebrada, os trabalhadores continuar&atilde;o a perder tudo: suas casas e at&eacute; a vida de seus familiares. Se os casos mais famosos como as enchentes do Jardim Romano e do Jardim Pantanal, na periferia da Zona Leste n&atilde;o s&atilde;o resolvidos, imaginem as milhares de trag&eacute;dias an&ocirc;nimas vividas por tantos trabalhadores que ao chegar a suas casas se deparam com uma inunda&ccedil;&atilde;o ou deslizamento.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>Para as empresas: Ajuda do Estado. <\/strong><\/p>\n<p>\n\t<strong>Para as v&iacute;timas das enchentes e deslizamentos: a culpa pelas desgra&ccedil;as<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tAs grandes empresas e multinacionais em dificuldade sempre contam com a ajuda do Estado atrav&eacute;s de anistia de impostos e empr&eacute;stimos a juros baix&iacute;ssimos que garantem sua lucratividade. J&aacute; os trabalhadores v&iacute;timas de enchentes e deslizamentos s&atilde;o responsabilizados pelos desastres, acusados de entupir os bueiros e de ocupar &aacute;reas de riscos como se fossem por sua vontade, acabam na pr&aacute;tica arcando sozinhos com o custo das desgra&ccedil;as e quando tentam mostrar sua indigna&ccedil;&atilde;o s&atilde;o duramente reprimidos pela pol&iacute;cia. As v&iacute;timas se tornam os culpados.<\/p>\n<p>\n\tPara mudar esse quadro &eacute; preciso quebrar a l&oacute;gica capitalista que prevalece na ocupa&ccedil;&atilde;o urbana e no modelo de transporte em prol de uma organiza&ccedil;&atilde;o das cidades que atenda as necessidades dos trabalhadores que s&atilde;o os que de fato produzem a riqueza social. &nbsp;<\/p>\n<p>\n\tCaso contr&aacute;rio, continuaremos com as ruas entupidas de carros, pagando impostos para que se construa mais avenidas, pontes e viadutos, impermeabilizando a cidade com concreto e asfalto e sendo empurrados para ocupar &aacute;reas de riscos ou ainda tendo &aacute;reas que antigamente eram seguras e livres de enchentes agora tomadas pelas &aacute;guas.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Propostas Socialistas Contra as Enchentes e Deslizamentos<\/strong><\/p>\n<p>\n\t&#8211; Priorizar realmente o transporte coletivo de qualidade. Investimento em mais trens e &ocirc;nibus para diminuir o n&uacute;mero de autom&oacute;veis nas ruas e aumentar a &aacute;rea verde da cidade. Tarifa social de R$ 1,00&nbsp; &nbsp;nos trens e &ocirc;nibus. &nbsp;Que o empresariado e o estado assumam o restante do custo, com a cria&ccedil;&atilde;o de um Fundo de Transporte cortando gastos dos pol&iacute;ticos, cargos privilegiados, e aumentando os impostos da empresas, que n&atilde;o disponibilizem &ocirc;nibus fretados.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; H&aacute; milhares de im&oacute;veis vazios nas grandes cidades enquanto trabalhadores vivem em &aacute;reas de risco e distantes do trabalho. Portanto &eacute; preciso expropriar os im&oacute;veis ociosos nos centros e coloc&aacute;-los &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores a pre&ccedil;os acess&iacute;veis;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Por um plano de obras eficaz que viabilize a constru&ccedil;&atilde;o de moradias populares a pre&ccedil;os compat&iacute;veis e n&atilde;o absurdos como hoje. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Fim de financiamento p&uacute;blico para condom&iacute;nios de luxo e a utiliza&ccedil;&atilde;o dessa verba para financiamento das moradias populares;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Indeniza&ccedil;&atilde;o do Estado a todas as v&iacute;timas de enchentes e deslizamentos;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Casa para quem perdeu a casa nas enchentes e deslizamentos;<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Isen&ccedil;&atilde;o de todos os tributos para as v&iacute;timas de alagamentos e desmoronamentos por seis meses.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Por um plano de obras p&uacute;blicas que priorize o saneamento e a despolui&ccedil;&atilde;o de rios e lagos; Proibi&ccedil;&atilde;o das empresas jogarem seus esgotos nos rios.<\/p>\n<p>\n\t&#8211; Contra a repress&atilde;o e a criminaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos das v&iacute;timas de enchentes.<\/p>\n<p>\n\tSe voc&ecirc; tem afinidade com essas id&eacute;ias, venha debater e participar conosco dessa luta por uma mudan&ccedil;a em prol de n&oacute;s mesmos!<\/p>\n<p>\n\tEspa&ccedil;o Socialista<\/p>\n<p>\n\tJaneiro de 2011<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/266"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=266"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/266\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":850,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/266\/revisions\/850"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}