{"id":3654,"date":"2015-01-03T10:22:44","date_gmt":"2015-01-03T12:22:44","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/?p=3654"},"modified":"2015-01-03T10:22:44","modified_gmt":"2015-01-03T12:22:44","slug":"impulsionar-e-unificar-as-lutas-contra-os-ataques-do-governo-e-da-burguesia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2015\/01\/impulsionar-e-unificar-as-lutas-contra-os-ataques-do-governo-e-da-burguesia\/","title":{"rendered":"Impulsionar e Unificar as lutas contra os ataques do governo e da burguesia!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/dilma-tucano.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3657\" alt=\"dilma tucano\" src=\"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/dilma-tucano.jpg\" width=\"403\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/dilma-tucano.jpg 403w, https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/dilma-tucano-300x267.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O governo Dilma, cada vez mais, deixa claro de que lado est\u00e1. A cada an\u00fancio de composi\u00e7\u00e3o de seu minist\u00e9rio comprova aquilo que v\u00ednhamos dizendo: um governo burgu\u00eas cada vez mais \u00e0 direita, cujas media\u00e7\u00f5es s\u00e3o cada vez menores em rela\u00e7\u00e3o ao PSDB. Como gerente-parceiro e a servi\u00e7o do capital o governo do PT \u00e9, ainda mais nesse quarto mandado, inimigo dos trabalhadores. Os ataques continuaram mesmo antes da posse e precisamos nos organizar para enfrentar. A classe trabalhadora precisa estar, cada vez mais, unida na luta contra o capital!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Precisamos participar, apoiar, ajudar a desenvolver e organizar os enfrentamentos nos locais de trabalho, de estudo, de moradia e por onde iniciar as lutas contra os efeitos dos ataques do governo e da burguesia. Precisamos tamb\u00e9m unificar as lutas para enfrentar os ataques previstos e construirmos f\u00f3runs de luta unit\u00e1rios e pela base.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 preciso que as centrais sindicais de esquerda (CSP-Conlutas e Intersindical) e demais for\u00e7as de esquerda assumam a responsabilidade e fa\u00e7am todos os esfor\u00e7os para a unidade das lutas e movimentos. Nesse sentido, defendemos a forma\u00e7\u00e3o imediata de um F\u00f3rum Nacional de Lutas, Antigovernista e Antiburocr\u00e1tico para contribuir com a constru\u00e7\u00e3o das mobiliza\u00e7\u00f5es e unificar as lutas com um Programa M\u00ednimo Anticapitalista e Socialista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Defendemos tamb\u00e9m a realiza\u00e7\u00e3o de um Encontro Nacional de Movimentos e Ativistas com a participa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores para organizarmos a luta e as mobiliza\u00e7\u00f5es contra o desemprego e por direitos, contra os ataques e as reformas da burguesia e do governo Dilma. E ao mesmo tempo construirmos juntos uma alternativa unificada de esquerda e socialista para a sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Necessitamos ainda retomarmos formas organizativas como os Comit\u00eas \u2013 Contra o Aumento das Passagens, Contra a Falta e Pelo Controle da \u00c1gua Pelos Trabalhadores, Comit\u00ea de Luta por Moradia, e de Apoio \u00e0s Lutas \u2013 de modo que os principais interessados (trabalhadores, estudantes e ativistas dos movimentos populares), e n\u00e3o as c\u00fapulas, possam participar ativamente das decis\u00f5es e possam determinar os rumos do movimento.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Lutarmos contra o desemprego e por direitos trabalhistas!<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o esgotamento do modelo econ\u00f4mico \u2013 vigente desde 2009 com a eclos\u00e3o da crise no Brasil, pautado no crescimento do mercado interno pela via de isen\u00e7\u00f5es de impostos para setores-chave, redu\u00e7\u00e3o de juros e aumento brutal do endividamento do Estado e das fam\u00edlias \u2013 o capital necessita enfrentar os trabalhadores aumentando violentamente a extra\u00e7\u00e3o de mais-valia direta (nos locais de trabalho) ou indireta (com o aumento de impostos e corte de verbas p\u00fablicas para os trabalhadores, aumento do valor destinado aos juros e amortiza\u00e7\u00f5es da D\u00edvida P\u00fablica, obras de interesse dos empres\u00e1rios, isen\u00e7\u00f5es permanentes de impostos, etc.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso significa aumentar a carga de trabalho sobre cada trabalhador individualmente e, ao mesmo tempo, cortar gastos com m\u00e3o de obra, o que desencadeia uma tend\u00eancia cr\u00f4nica de desemprego e<br \/>\nprecariza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo Dilma aprofunda essa tend\u00eancia, pois o aumento da taxa de juros e o violento ajuste fiscal s\u00f3 podem levar \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o\/recess\u00e3o (mais ou menos gradual, por\u00e9m certa) com a diminui\u00e7\u00e3o geral do consumo dos trabalhadores, o que por sua vez contribui para o desemprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O outro aspecto dessa ofensiva \u00e9 a precariza\u00e7\u00e3o com o corte de direitos trabalhistas, terceiriza\u00e7\u00f5es,<br \/>\ncontrata\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias ou de jornada parcial, redu\u00e7\u00e3o salarial, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o aprofundamento dos ataques, as burocracias (dire\u00e7\u00f5es sindicais que est\u00e3o do lado dos patr\u00f5es e amarradas ao governo, mas discursam como se n\u00e3o tivessem) buscam negociar formas de tornar \u201cmais amena\u201d e menos impactante o processo de demiss\u00f5es e precariza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma dessas formas \u00e9 a proposta de redu\u00e7\u00e3o da jornada com redu\u00e7\u00e3o salarial, em que a empresa pagaria uma quantia m\u00ednima dos sal\u00e1rios e o Estado complementaria com a outra parte, por\u00e9m resultando em um rebaixamento salarial. A empresa fica livre para pressionar trabalhadores a entrar nos PDVs (Planos de Demiss\u00e3o Volunt\u00e1ria) e ao final tem melhores condi\u00e7\u00f5es de demiss\u00e3o. As empresas n\u00e3o s\u00e3o obrigadas a fazer esse acordo com o sindicato, no entanto, o governo precisa reconhecer a exist\u00eancia da crise que afeta as empresas para utilizar o dinheiro do Fundo de Garantia. Ou seja, os pr\u00f3prios trabalhadores arcam com parte dos custos da m\u00e3o de obra de outros trabalhadores!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O outro lado da pol\u00edtica governista de ataques aos trabalhadores e ao mesmo tempo de busca de controle dos movimentos \u00e9 a Reforma Trabalhista (cujo projeto mais acabado, o ACE \u2013 Acordo Coletivo Especial &#8211; partiu do Sindicato dos Metal\u00fargicos) que prop\u00f5e que o negociado passe a prevalecer sobre o legislado na CLT. Assim, ficam abertas todas as condi\u00e7\u00f5es para o fim de direitos hist\u00f3ricos dos trabalhadores sob a apar\u00eancia de moderniza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o trabalhista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As correntes de esquerda n\u00e3o t\u00eam estado \u00e0 altura desses enormes desafios \u2013 ao n\u00e3o realizarem uma profunda propaganda e agita\u00e7\u00e3o contra a l\u00f3gica do capital e por uma sa\u00edda anticapitalista e socialista dos trabalhadores; ao n\u00e3o buscarem preparar os trabalhadores para enfrentar a profundidade dos ataques colocados; ao n\u00e3o buscarem transformar a luta contra o desemprego e a precariza\u00e7\u00e3o em campanha pol\u00edtica nacional \u2013 e suas a\u00e7\u00f5es t\u00eam sido in\u00f3cuas e permanecem presas \u00e0 l\u00f3gica do empresariado discutindo em seu campo e com seus par\u00e2metros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma mostra dos resultados dessa concep\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o imediatista e limitada podemos ver na pol\u00edtica do PSTU, que ap\u00f3s anos dirigindo o Sindicato dos Metal\u00fargicos de SJC, n\u00e3o contribuiu para desenvolver a consci\u00eancia anticapitalista dos trabalhadores ao n\u00e3o desenvolver uma pol\u00edtica de enfrentamento global ao problema da reestrutura\u00e7\u00e3o e do desemprego, tanto na EMBRAER como na GM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se em anos anteriores o sindicato havia conseguido resistir se apoiando em uma situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica favor\u00e1vel, com a crise de 2009 o que vimos foi a fal\u00eancia de um sindicalismo rebaixado e despolitizado. Ao n\u00e3o conseguir fazer frente aos ataques levou \u00e0 direitiza\u00e7\u00e3o, indo discutir com o empresariado no seu pr\u00f3prio campo. Prop\u00f4s, por exemplo, \u201cmais investimentos\u201d na planta de S\u00e3o Jos\u00e9, uma bandeira absolutamente corporativista e que n\u00e3o atacava o cerne da quest\u00e3o, abandonando as bandeiras de redu\u00e7\u00e3o da jornada sem redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e estatiza\u00e7\u00e3o da GM e da EMBRAER sob controle dos trabalhadores, as \u00fanicas que poderiam de fato barrar as demiss\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o PSTU prop\u00f4s t\u00e1ticas rebaixadas para a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, abrindo m\u00e3o da luta pela greve e ocupa\u00e7\u00e3o de f\u00e1brica entre os trabalhadores. N\u00e3o que essas tarefas fossem f\u00e1ceis nem garantia de vit\u00f3ria, mas o que vimos foi que sequer batalhou por essa pol\u00edtica de luta independente e anticapitalista apostando suas fichas na alian\u00e7a com setores governistas e traidores (como Paulinho da For\u00e7a), centrando em uma pol\u00edtica de exig\u00eancias a Dilma e direcionando a luta para o TRT. Ao final, saiu apregoando que o adiamento das demiss\u00f5es em troca da aceita\u00e7\u00e3o do Layoff era uma vit\u00f3ria dos trabalhadores. Os resultados foram cru\u00e9is com a demiss\u00e3o de todos os afastados ao final do prazo, a redu\u00e7\u00e3o salarial, a imposi\u00e7\u00e3o do banco de horas, enfim uma derrota total.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, \u00e9 preciso apostar desde j\u00e1 em outra estrat\u00e9gia. A da luta independente dos trabalhadores com a prepara\u00e7\u00e3o da classe para enfrentar o desemprego e o capital com seus pr\u00f3prios m\u00e9todos de luta e com seu programa. \u00c9 preciso uma Campanha Nacional de luta contra o desemprego e a precariza\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa campanha deve ser realizada desde j\u00e1 em todas as f\u00e1bricas, com\u00e9rcios, bancos, escolas, universidades e bairros. Devemos denunciar que em todos esses anos os empres\u00e1rios embolsaram lucros astron\u00f4micos (pagando sal\u00e1rios baixos, usufruindo de todo tipo de incentivos fiscais, obras e empr\u00e9stimos do BNDES) e que agora querem descarregar o peso da crise e da reestrutura\u00e7\u00e3o nas costas dos trabalhadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Precisamos alertar a todos os trabalhadores para as demiss\u00f5es que j\u00e1 est\u00e3o acontecendo e para o aprofundamento dessa tend\u00eancia logo no in\u00edcio de 2015!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bandeira concreta para evitar as demiss\u00f5es deve ser a Redu\u00e7\u00e3o da Jornada sem Redu\u00e7\u00e3o dos Sal\u00e1rios! Sabemos que as empresas alegar\u00e3o que n\u00e3o podem arcar com essa bandeira. Pois ent\u00e3o que sejam estatizadas sob controle dos trabalhadores e reconvertidas para a produ\u00e7\u00e3o de bens de interesse coletivo e social e n\u00e3o para o lucro e o mercado!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na etapa de crise estrutural do capital e seu recrudescimento com a recess\u00e3o as empresas, o Estado e as burocracias sindicais jamais aceitar\u00e3o manter os postos de trabalho. Est\u00e3o todos comprometidos com a lucratividade da burguesia e a confian\u00e7a que o pa\u00eds possa transmitir ao capital globalizado (o chamado \u201cgrau de investimento\u201d, o \u201ccusto Brasil\u201d, etc.). Assim, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel reverter \u00e0s demiss\u00f5es apelando-se \u00e0 greve, aos bloqueios e ocupa\u00e7\u00f5es de f\u00e1brica. E, al\u00e9m disso, s\u00f3 h\u00e1 uma possibilidade de vit\u00f3ria: a solidariedade de todos os demais trabalhadores que estejam na mesma situa\u00e7\u00e3o ou que vir\u00e3o a enfrent\u00e1-la mais cedo ou mais tarde. A luta conta as demiss\u00f5es deve se tornar uma luta pol\u00edtica que atinja a burguesia e o governo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante dos planos de demiss\u00e3o ou de rebaixamento salarial, a agita\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o dos lutadores devem ser imediatas no sentido da rejei\u00e7\u00e3o e pela luta utilizando v\u00e1rios meios para propagar e chamar a n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o de acordos que s\u00f3 representam demiss\u00f5es e fechamentos dos postos de trabalho. Essa luta n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, mas \u00e9 a \u00fanica forma de impedirmos o desemprego e contribuirmos para experi\u00eancias de luta-direta que sirvam de aprendizado e para desenvolvimento dos referenciais de classe, anticapitalistas e socialistas dos trabalhadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Denunciar e desmascarar as burocracias s\u00e3o tarefas fundamentais das centrais e organiza\u00e7\u00f5es de esquerda, pois, est\u00e3o empenhadas em propor aos trabalhadores que aceitem as demiss\u00f5es e acordos de layoff, PDVs, rebaixamento salarial e perdas de direitos sob a alega\u00e7\u00e3o do mal menor, que logo a seguir ser\u00e1 o mesmo mal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apoiarmos e desenvolvermos todas as formas de luta, comunica\u00e7\u00e3o, reuni\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o de base dos trabalhadores s\u00e3o fundamentais para construirmos pontos de apoio para a luta contra o desemprego e por direitos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo Dilma, cada vez mais, deixa claro de que lado est\u00e1. 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