{"id":4938,"date":"2016-12-07T21:13:16","date_gmt":"2016-12-07T23:13:16","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/?p=4938"},"modified":"2016-12-07T21:13:16","modified_gmt":"2016-12-07T23:13:16","slug":"segue-a-ofensiva-da-burguesia-mesmo-com-a-crise-no-governo-temer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2016\/12\/segue-a-ofensiva-da-burguesia-mesmo-com-a-crise-no-governo-temer\/","title":{"rendered":"Segue a ofensiva da burguesia, mesmo com a crise no governo Temer"},"content":{"rendered":"<style type=\"text\/css\"><!--\np { margin-bottom: 0.1in; direction: ltr; line-height: 120%; text-align: left; orphans: 2; widows: 2; }\n--><\/style>\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o da PEC 241, ou 55 \u2013 pela C\u00e2mara dos Deputados, e em primeiro turno no Senado, com segundo turno previsto para 13 de dezembro \u2013 \u00e9 express\u00e3o de ampla unidade entre os partidos da ordem burguesa no parlamento brasileiro.<a href=\"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/bsb.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright\" alt=\"\" src=\"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/bsb-300x200.jpg\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><\/p>\n<p>Essa medida incidir\u00e1 diretamente nos servi\u00e7os b\u00e1sicos como Sa\u00fade, Educa\u00e7\u00e3o, Previd\u00eancia Social e tantos outros. O governo endurece nos chamados gastos sociais sem ao menos triscar nos, aproximadamente, 45% do PIB destinados ao pagamento da d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<p>Diante de tais ataques, o momento indica que a classe trabalhadora precisa avan\u00e7ar muito na constru\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia nesse cen\u00e1rio de crise imposto pelo capital.<\/p>\n<p>O ciclo recessivo que atingiu o Brasil em 2008 ainda vigora. E os dados do governo federal confirmam, segundo o IBGE, que o PIB recuou 0,8% no \u00faltimo trimestre, sendo o s\u00e9timo trimestre em queda. No acumulado do ano, o decr\u00e9scimo \u00e9 de 4% e, num recorte dos \u00faltimos 12 meses, chega a 4,4%.<\/p>\n<p>Esse mal desempenho da economia se expressa de formas diversas para classe trabalhadora. Para exemplificar: a taxa de desemprego atingiu 11,8% no \u00faltimo trimestre de 2016 (no mesmo per\u00edodo no ano passado, a taxa de desemprego fechou em 8,9%). Os n\u00fameros indicam que a popula\u00e7\u00e3o desocupada \u00e9 de cerca de 12 milh\u00f5es de brasileiros: nem mesmo os empregos tempor\u00e1rios, t\u00edpicos no final do ano, conseguiram diminuir esse dr\u00e1stico n\u00famero. Isso indica que os j\u00e1 existentes problemas sociais v\u00e3o continuar se agravando e, consequentemente, que as lutas precisar\u00e3o avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Sabemos que, diferente de outros momentos muito recentes, o desgaste do governo numa conjuntura t\u00e3o adversa n\u00e3o resultou em desgoverno ou incapacidade de aplicar as medidas exigidas pelo capital. Ao contr\u00e1rio: todas as medidas contra a classe trabalhadora, exigidas pelo empresariado e banqueiros para continuarem lucrando alto, seguem pautadas pelo Congresso Nacional, que utiliza a pol\u00edcia contra as manifesta\u00e7\u00f5es que ganharam as ruas de Bras\u00edlia contra a PEC no \u00faltimo dia 29\/11.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a impopularidade e a desconfian\u00e7a do governo por grande parte da popula\u00e7\u00e3o, que sente diretamente os efeitos da crise (desemprego, alta de pre\u00e7os, corte verbas dos servi\u00e7os p\u00fablicos etc.), al\u00e9m da ofensiva dos grupos de direita que fazem oposi\u00e7\u00e3o a Temer, tornam este cada vez mais um \u201cgoverno de tamp\u00e3o\u201d, ou seja, um governo transit\u00f3rio.<\/p>\n<p>Essa ofensiva pode ser observada na organiza\u00e7\u00e3o dos partidos da burguesia que j\u00e1 trabalham a constru\u00e7\u00e3o de candidaturas para 2018 e n\u00e3o incluem Temer em seus planos. Esse desgaste do governo se aprofunda com a enxurrada de dela\u00e7\u00f5es da Lava Jato e o pedido de demiss\u00e3o de Geddel colocou o governo Temer no centro de mais uma crise pol\u00edtica. Em um semestre ca\u00edram seis ministros, todos envolvidos em algum caso de corrup\u00e7\u00e3o. Mesmo nesse quadro, a governabilidade est\u00e1 garantida, desde que haja a aprova\u00e7\u00e3o e a intensifica\u00e7\u00e3o de medidas de austeridade, ainda que necessitem do apoio do Judici\u00e1rio e decis\u00f5es no Supremo Tribunal Federal para tal.<\/p>\n<p>A aparente disputa entre os poderes Legislativo e Judici\u00e1rio representa, na verdade, disputas entre os v\u00e1rios setores da burguesia e seus partidos cobrando privil\u00e9gios e o cumprimento das tarefas prometidas na troca do financiamento de campanhas passadas e futuras.<\/p>\n<p>Apesar disso, temos visto que h\u00e1 unidade entre Temer, Congresso Nacional e Judici\u00e1rio \u2013 representando diversos setores da burguesia \u2013 para cortar os hist\u00f3ricos direitos dos trabalhadores com a aprova\u00e7\u00e3o da PEC e das Reformas da Previd\u00eancia, Trabalhista, Reforma do Ensino M\u00e9dio.<\/p>\n<h2>E a Greve Geral n\u00e3o aconteceu ainda&#8230;<\/h2>\n<p>O m\u00eas de novembro teve tr\u00eas Dias Nacionais de Luta: 11, 25 e 29. Ocorreram atividades importantes (principalmente de estudantes e do funcionalismo p\u00fablico), todavia muito longe do necess\u00e1rio para enfrentarmos os ataques da burguesia. N\u00e3o tivemos, infelizmente, a paralisa\u00e7\u00e3o nacional da produ\u00e7\u00e3o dos principais setores ou setores-chave (Metal\u00fargicos, Petroleiros, Transporte p\u00fablico, etc.). Com isso, as mobiliza\u00e7\u00f5es se limitaram a atos, panfletagens, atrasos de ponto e at\u00e9 greves, em algumas categorias, que n\u00e3o alteraram efetivamente a rotina da produ\u00e7\u00e3o e o n\u00edvel de organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora para as lutas necess\u00e1rias e desafios colocados.<\/p>\n<p>Nesse sentido, questionamos o papel das dire\u00e7\u00f5es das centrais sindicais, que n\u00e3o avan\u00e7am na constru\u00e7\u00e3o da unidade da classe trabalhadora, nem em um momento como esse. Insistem em discursos isolados por categoria, sem considerar outros setores em luta. Relegam o trabalho de base e n\u00e3o buscam contribuir para avan\u00e7ar a consci\u00eancia de classe dos trabalhadores. O resultado s\u00f3 poderia ser insuficiente para a constru\u00e7\u00e3o da greve geral, que possibilitaria enfrentar os ataques.<\/p>\n<p>Entendemos que nossa forma\u00e7\u00e3o sociohist\u00f3rica exclui as camadas populares dos processos de decis\u00e3o pol\u00edtica para refor\u00e7ar a passividade e a aus\u00eancia de processos de luta diante de tantos problemas sociais. A rea\u00e7\u00e3o mais comum da maioria das pessoas se limita \u00e0 indigna\u00e7\u00e3o e ao descr\u00e9dito, sem que isso resulte concretamente em uma organiza\u00e7\u00e3o da classe para enfrentar os problemas imediatos e o capitalismo.<\/p>\n<p>As dire\u00e7\u00f5es das centrais e dos sindicatos poderiam contribuir com a unifica\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o da classe, para indicar o caminho e inspirar confian\u00e7a na luta \u2013 isso, entretanto, n\u00e3o tem sido feito. Esses aparatos est\u00e3o distantes dos locais de trabalho, estudo e moradia (da base que lhes d\u00e1 legitimidade). A li\u00e7\u00e3o que temos aprendido nesse processo \u00e9 que tem sido cada vez mais urgente a necessidade de movimentos independentes da classe trabalhadora (que se organizem em suas bases, para enfrentarem a ofensiva do capital).<\/p>\n<p>Nesse processo, inclu\u00edmos todas as centrais sindicais, inclusive a CSP-Conlutas (da qual somos parte) e as Intersindicais. A dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria da CSP-Conlutas insiste em tentar organizar atos com as centrais pr\u00f3ximas do atual governo (For\u00e7a Sindical e UGT) e com a CUT, que possuem compromisso com a gest\u00e3o do capital e n\u00e3o fazem esfor\u00e7os no avan\u00e7o da luta da classe trabalhadora. Tamb\u00e9m n\u00e3o constroem a greve geral, nem potencializam a unidade com demais setores (juventude, moradia, etc.), como agita\u00e7\u00e3o e data unificadas.<\/p>\n<p>Como dissemos, passamos por datas e manifesta\u00e7\u00f5es importantes contra os ataques do governo Temer \u00e0 classe trabalhadora no \u00faltimo m\u00eas. E ainda neste ano temos o desafio de construir a mobiliza\u00e7\u00e3o na ocasi\u00e3o da 2\u00aa vota\u00e7\u00e3o da PEC 55: a greve geral segue imprescind\u00edvel para barrar todos esses ataques.<\/p>\n<h2>A repress\u00e3o e criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos continuam<\/h2>\n<p>Num momento como esse, o Estado responde a qualquer grande manifesta\u00e7\u00e3o contra os ataques de forma violenta. Isso foi demonstrado no dia 29\/11, em uma das maiores manifesta\u00e7\u00f5es contra a PEC 55, a Marcha Nacional em Bras\u00edlia, que reuniu aproximadamente 25 mil pessoas (fonte: CSP-Conlutas), com juventude e trabalhadores (principalmente do setor da Educa\u00e7\u00e3o). O governo respondeu com repress\u00e3o ao protesto \u2013 agress\u00f5es policiais e at\u00e9 pris\u00e3o de militante do MST. Tudo para garantir que os parlamentares aprovassem o texto da PEC sem altera\u00e7\u00e3o e debates.<\/p>\n<p>Outro ataque brutal aos direitos dos trabalhadores \u00e9 o cerceamento do direito de greve do setor da Educa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da PEC 53\/2016, que tramita pela Comiss\u00e3o de Justi\u00e7a do Senado no aguardo de relator, e transforma a Educa\u00e7\u00e3o em servi\u00e7o essencial. A contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 que tal emenda n\u00e3o vem no sentido de tornar a Educa\u00e7\u00e3o essencial para aumentar o investimento e acesso, vem para desarmar um dos setores mais combativos do \u00faltimo per\u00edodo, impedindo ou dificultando a greve dos trabalhadores da Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em outra fronte, tamb\u00e9m temos presenciado a persegui\u00e7\u00e3o de ativistas do movimento sindical, como a demiss\u00e3o de Juary Chagas \u2013 trabalhador banc\u00e1rio da Caixa Econ\u00f4mica Federal (RN) \u2013, por sua milit\u00e2ncia na categoria e na CSP-Conlutas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as ocupa\u00e7\u00f5es de escolas e de universidades t\u00eam enfrentado desocupa\u00e7\u00f5es violentas \u2013 por vezes, sem mandado judicial \u2013, assim como a persegui\u00e7\u00e3o aos estudantes, professores e trabalhadores t\u00e9cnico-administrativos que apoiaram o movimento. O pr\u00f3prio MEC, atrav\u00e9s de of\u00edcio, pediu a identifica\u00e7\u00e3o dos estudantes que estavam ocupando os institutos federais em uma clara press\u00e3o com a finalidade de combater o movimento, facilitando a criminaliza\u00e7\u00e3o do estudante que se organiza. Ao lado da repress\u00e3o por parte do Estado, as ocupa\u00e7\u00f5es contaram com grupos da direita, em escolas e universidades, que buscavam frear as a\u00e7\u00f5es de movimentos sociais e de estudantes.<\/p>\n<p>Esse tipo de enfrentamento, persegui\u00e7\u00e3o \u00e0 militante e a repress\u00e3o policial s\u00e3o partes da necessidade do capital, do governo e de seus parceiros para impor o sil\u00eancio sobre lutadores e lutadoras, al\u00e9m persuadir pelo medo \u00e0 desist\u00eancia da luta contra os ataques que precisam impor \u00e0 classe trabalhadora. N\u00e3o nos calaremos! Sigamos contra a repress\u00e3o e a criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais!<\/p>\n<h2>Muitas lutas temos pela frente!<\/h2>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es contra a corrup\u00e7\u00e3o, como as ocorridas nesse \u00faltimo dia 04, possuem uma jun\u00e7\u00e3o de hipocrisias \u2013 da burguesia (que rouba, o tempo todo, a classe trabalhadora e sabe que a corrup\u00e7\u00e3o \u00e9 base do sistema capitalista), do Judici\u00e1rio (que tem certeza que legisla em prol de uma classe, a burguesia) e dos movimentos que as sustentam (que procuram manter seus privil\u00e9gios) \u2013 com a boa vontade de parte dos manifestantes, que realmente acreditam que \u00e9 poss\u00edvel acabar com a corrup\u00e7\u00e3o e acreditam nos discursos \u201cverde e amarelo\u201d. Estas s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es fundamentais para a burguesia nos momentos de crise, para se contraporem \u00e0s poss\u00edveis manifesta\u00e7\u00f5es da classe trabalhadora contra os ataques aos direitos e aos cortes de verbas dos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da PEC e das Reformas (j\u00e1 citadas), h\u00e1 outros Projetos de Lei que a burguesia quer aprova\u00e7\u00e3o e o governo, o Parlamento e o Judici\u00e1rio est\u00e3o correndo para atender como, por exemplo, o que permite a terceiriza\u00e7\u00e3o em todos os setores das empresas (inclusive, com a possibilidade de ampliar a terceiriza\u00e7\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, como nas escolas, em conjunto com a Reforma do Ensino M\u00e9dio).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tem a quest\u00e3o da reposi\u00e7\u00e3o salarial. Os capitalistas e os governos sequer t\u00eam aceitado repor os \u00edndices salariais para cobrir as perdas com a infla\u00e7\u00e3o (em v\u00e1rias categorias, os \u00edndices est\u00e3o sendo parcelados, a exemplo dos Correios; como a proposta apresentada pela Petrobr\u00e1s; e como em professores de diversos estados). E, junto com a luta por sal\u00e1rio digno, existe a gritante quest\u00e3o do desemprego, que j\u00e1 afeta grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o todas lutas dif\u00edceis, e a nossa classe s\u00f3 pode contar com a pr\u00f3pria for\u00e7a. Assim, cada luta, como a contra a PEC e as demais que est\u00e3o colocadas, exige unidade e demanda nossa organiza\u00e7\u00e3o para paralisar a produ\u00e7\u00e3o, assim como, manifesta\u00e7\u00f5es de rua e trancamentos de rodovias para mostrarmos a nossa for\u00e7a quando nos organizamos!<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 importante nos organizarmos em nossos locais de trabalho, de estudo e de moradia, onde toda a classe trabalhadora e a juventude em luta possa debater e votar propostas, programas e formas de organiza\u00e7\u00e3o para enfrentar todos os ataques que est\u00e3o para serem realizados contra n\u00f3s.<\/p>\n<p>Neste processo se faz necess\u00e1rio a constru\u00e7\u00e3o da unidade da esquerda para enfrentar os ataques da patronal e ajudar a classe trabalhadora a superar a dispers\u00e3o.<\/p>\n<p>Para tanto, tamb\u00e9m precisamos construir Encontros Nacionais de Trabalhadores\/as, e da Juventude, para unirmos todas essas lutas e reunir os movimentos sociais (estudantil, popular e de trabalhadores, movimentos contra a opress\u00e3o) democraticamente (podendo ser precedidos de Encontros Regionais e\/ou Municipais).<\/p>\n<p><a name=\"_GoBack\"><\/a>Isso tudo demonstra o quanto precisamos continuar nos organizando e lutando contra essas v\u00e1rias for\u00e7as que nos rodeiam para manter a explora\u00e7\u00e3o capitalista, contra todos esses ataques e pela revolu\u00e7\u00e3o socialista. S\u00f3 podemos fazer isso atrav\u00e9s do fortalecimento da nossa luta, avan\u00e7ando na constru\u00e7\u00e3o de nossa pauta, de nossa organiza\u00e7\u00e3o nacional, caminhando em dire\u00e7\u00e3o a uma sociedade em que n\u00e3o tenhamos que lutar para sobreviver, uma sociedade em que possamos desenvolver nossas potencialidades humanas!<\/p>\n<ul>\n<li>Contra a PEC!<\/li>\n<li>Contra as Reformas Trabalhista, Previdenci\u00e1ria e do Ensino M\u00e9dio!<\/li>\n<li>Pelo sal\u00e1rio m\u00ednimo do DIEESE!<\/li>\n<li>Pela Redu\u00e7\u00e3o da Jornada de trabalho sem redu\u00e7\u00e3o do Sal\u00e1rio!<\/li>\n<li>Contra o pagamento da d\u00edvida p\u00fablica para termos Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade de qualidade!<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A aprova\u00e7\u00e3o da PEC 241, ou 55 \u2013 pela C\u00e2mara dos Deputados, e em primeiro turno no Senado, com segundo<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4939,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4938"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4938"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4938\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4940,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4938\/revisions\/4940"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4939"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4938"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4938"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4938"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}