{"id":5240,"date":"2017-11-02T00:00:36","date_gmt":"2017-11-02T02:00:36","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/?p=5240"},"modified":"2017-11-02T15:37:09","modified_gmt":"2017-11-02T17:37:09","slug":"iii-congresso-da-csp-conlutas-a-conjuntura-exigia-ir-mais-alem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2017\/11\/iii-congresso-da-csp-conlutas-a-conjuntura-exigia-ir-mais-alem\/","title":{"rendered":"III Congresso da CSP-Conlutas: a conjuntura exigia ir mais al\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>O III Congresso da CSP-Conlutas reuniu aproximadamente 2500 pessoas entre delegados, delegadas, observadores, convidados internacionais e a equipe de organiza\u00e7\u00e3o. Um momento destacado ap\u00f3s todo um processo de organiza\u00e7\u00e3o de debates e assembleias para elei\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es das categorias. Este Congresso foi inferior aos anteriores, tanto do ponto de vista da profundidade e qualidade das discuss\u00f5es, quanto do ponto de vista quantitativo. O II Congresso havia reunido 1702 delegados representando 373 entidades e um total de 2639 participantes, o III reuniu 1953 delegados representando 308 entidades e um total de 2664 participantes, ou seja, o crescimento da quantidade total de participantes foi \u00ednfimo e se considerarmos que em 2015 exatamente nos mesmos dias do II Congresso Nacional da CSP-Conlutas a ANEL, entidade filiada a CSP, estava realizando o seu III Congresso com a presen\u00e7a de cerca de 1500 jovens e que agora neste Congresso a ANEL, j\u00e1 totalmente falida e sem perspectivas de crescimento resolveu se incorporar ao Congresso da Central a qual sempre foi filiada, ent\u00e3o o Congresso foi menor ainda. A quantidade de entidades filiadas que j\u00e1 era pequena tamb\u00e9m diminuiu, contudo este Congresso marcou o ingresso dos Rodovi\u00e1rios de S\u00e3o Paulo, categoria important\u00edssima nas lutas do \u00faltimo per\u00edodo.<br \/>\nConsideramos a CSP-Conlutas como um espa\u00e7o importante para a luta de classes, pois agrega um setor significativo da vanguarda de esquerda em um momento em que a unidade da luta \u00e9 fundamental. E o Congresso foi progressivo, em linhas gerais, para confirmar que h\u00e1 alternativas por fora da CUT, da For\u00e7a Sindical e demais burocracias sindicais.<br \/>\nMas, cabe uma pergunta: o Congresso fortaleceu e orientou ativistas, que se organizam em torno da Central, com um plano de lutas?<br \/>\nAl\u00e9m disso, ao contr\u00e1rio do PSTU, n\u00f3s achamos que h\u00e1 muitas quest\u00f5es que precisam ser pensadas e debatidas entre os que comp\u00f5em a Central.<\/p>\n<h2>Plano de lutas se limitou ao dia 10 de novembro<\/h2>\n<p>Embora entendamos a urg\u00eancia e tenhamos votado pelo dia 10 de novembro, apresentamos uma contribui\u00e7\u00e3o ao Congresso (Contribui\u00e7\u00e3o n\u00ba5 \u2013 Caderno de Teses e http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/2017\/10\/tese-do-espaco-socialista-ao-3-congresso-da-csp-conlutas\/) que teve como eixo a necessidade de um plano pol\u00edtico que respondesse \u00e0 conjuntura atual, armasse a milit\u00e2ncia diante dos problemas estruturais e que pudesse apresentar \u00e0 classe trabalhadora brasileira (e mundial) um plano de lutas com propostas de calend\u00e1rios unificados.<br \/>\nNo nosso modo de ver esse Congresso necessitava aprovar um programa pol\u00edtico e econ\u00f4mico para responder \u00e0 crise sob o ponto de vista da nossa classe. Esse programa al\u00e9m de representar as propostas pela esquerda \u00e0 crise poderia contribuir para ganhar a consci\u00eancia da classe trabalhadora, em um momento de crescimento da direita e de suas ideias entre as massas.<br \/>\nNo entanto, a resolu\u00e7\u00e3o aprovada, apresentada pelo setor majorit\u00e1rio, liderado pelo PSTU, se limitou a um plano de lutas que tem como eixo apenas o dia 10 de novembro. Como dissemos, a constru\u00e7\u00e3o do dia 10 de novembro \u00e9 importante e poder\u00e1 enfrentar a Reforma da Previd\u00eancia e outros ataques aos nossos direitos. Mas, \u00e9 pouco.<br \/>\nAs delibera\u00e7\u00f5es para reafirmar os princ\u00edpios da Central ajudam a indicar um horizonte, mas somente princ\u00edpios declarados abstratamente n\u00e3o ajudam para a inser\u00e7\u00e3o da Central no seio da classe trabalhadora.<br \/>\n\u00c9 urgente irmos al\u00e9m do imediato, dos \u201cdias nacionais de luta\u201d,<strong> \u00e9 necess\u00e1rio uma resposta global aos ataques do governo e da patronal como a greve geral<\/strong>. Portanto, fica a pergunta: e depois do dia 10 de novembro?<\/p>\n<h2>Outra quest\u00e3o n\u00e3o discutida e de muita import\u00e2ncia \u00e9 a a\u00e7\u00e3o da CSP-Conlutas contra o avan\u00e7o da direita<\/h2>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o do setor majorit\u00e1rio, o PSTU, de que vivemos em um momento em \u201cque s\u00f3 n\u00e3o tem luta porque as dire\u00e7\u00f5es n\u00e3o querem\u201d, al\u00e9m de ser parcial e n\u00e3o apresentar as contradi\u00e7\u00f5es, despreza o avan\u00e7o da direita entre a classe trabalhadora.<br \/>\nDefendemos no Congresso uma \u201cCampanha contra o avan\u00e7o da direita\u201d para come\u00e7armos desde j\u00e1 a contribuir com a classe trabalhadora no sentido de n\u00e3o aceitarmos um outro momento de ditadura militar no pa\u00eds. Mesmo sendo aprovada em grupos de trabalho, a campanha ficou encaminhada para a pr\u00f3xima reuni\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional.<br \/>\nEntendemos que \u00e9 urgente a\u00e7\u00f5es da Central nesse sentido, pois temos presenciado v\u00e1rios atos e provoca\u00e7\u00f5es de setores da direita como invadir espa\u00e7os de debate da esquerda, proposi\u00e7\u00e3o de projetos da Escola sem Partido, declara\u00e7\u00f5es de generais defendendo interven\u00e7\u00e3o militar, etc. O movimento sindical, a esquerda de conjunto e os movimentos sociais precisam responder a essa situa\u00e7\u00e3o para derrot\u00e1-la e para que n\u00e3o aumentem sua influ\u00eancia sobre a classe, j\u00e1 que a hist\u00f3ria demonstra o quanto trabalhadores e trabalhadoras perdem com isso.<\/p>\n<h2>Os pain\u00e9is<\/h2>\n<p>Nesse Congresso, diferente dos demais, todas as propostas aprovadas nos grupos de trabalho foram ao plen\u00e1rio e puderam ser apreciadas.<br \/>\nNo entanto, no funcionamento do Congresso nos deparamos, novamente, com os pain\u00e9is que consumem parte importante do tempo, que deveria ser utilizado para debates e encaminhamentos sobre um plano de lutas.<br \/>\nO formato com pain\u00e9is, inaugurado nos congressos da CUT, tem como consequ\u00eancia tamb\u00e9m o funcionamento prec\u00e1rio dos grupos de trabalho, sem tempo para discutir todos os pontos de pauta. Os grupos, no nosso modo de ver, devem ser os espa\u00e7os privilegiados para as discuss\u00f5es gerais e trazer as demandas de categorias.<br \/>\nOutro grande problema desse formato de pain\u00e9is \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o que se estabelece com o plen\u00e1rio do Congresso, que foi eleito para debater e decidir sobre grandes quest\u00f5es da luta de classes. Com esse formato tem-se uma rela\u00e7\u00e3o hierarquizada entre \u201cespecialistas\u201d e \u201calunos\u201d, que devem assistir tudo passivamente e nos moldes da Educa\u00e7\u00e3o burguesa. E essa rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o devemos reproduzir nos f\u00f3runs do movimento.<br \/>\nDessa forma, entendemos que os f\u00f3runs da Central precisam ser pensados tendo como prioridade a participa\u00e7\u00e3o de trabalhadores e trabalhadoras de base, que possam efetivamente interferir nos rumos do Congresso.<\/p>\n<h2>Estagna\u00e7\u00e3o da Central<\/h2>\n<p>Olhando os n\u00fameros do Congresso podemos ver que foram muito pr\u00f3ximos do congresso anterior, com aproximadamente 200 delegados a mais e esse mesmo n\u00famero de observadores a menos. A maior baixa ocorreu na quantidade de entidades filiadas (diretorias ligadas \u00e0 Central, minorias de diretorias, oposi\u00e7\u00f5es): de 373 entidades participantes em 2015 para 308 entidades nesse Congresso.<br \/>\nOutro dado importante \u00e9 sobre as categorias presentes. Segundo informa\u00e7\u00f5es de credenciamento, 52% dos delegados e delegadas s\u00e3o do funcionalismo p\u00fablico (sem considerar Correios, empresa p\u00fablica e banc\u00e1rios que em sua maioria \u00e9 de bancos p\u00fablicos).<br \/>\nJ\u00e1 o setor oper\u00e1rio estava representado por 278 delegados (aproximadamente 14% do Congresso), dos quais apenas 3 categorias representavam 73% da delega\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria (metal\u00fargicos, constru\u00e7\u00e3o civil e petroleiros). E o setor de transporte com menos de 3% dos delegados.<br \/>\nEmbora tenha sido um Congresso com a representa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias categorias que, inclusive, participaram ativamente nas \u00faltimas greves e mobiliza\u00e7\u00f5es pelo pa\u00eds, precisamos ainda refletir sobre esses n\u00fameros e o significado pol\u00edtico deles:<br \/>\nPrimeiro, avaliamos que a CSP-Conlutas est\u00e1 estagnada. Desde a ruptura do Congresso de unifica\u00e7\u00e3o em 2010, a Central n\u00e3o tem conseguido aumentar a sua representatividade junto \u00e0 classe trabalhadora. O argumento de haver novas entidade filiadas \u00e9 fr\u00e1gil, pois al\u00e9m de ser um n\u00famero pequeno n\u00e3o refletiu no aumento da influ\u00eancia pol\u00edtica da Central nas bases dessas categorias.<br \/>\nSegundo, a CSP-Conlutas tem presen\u00e7a mais forte no setor do funcionalismo p\u00fablico. Esse fato tem import\u00e2ncia, mas uma central sem forte representa\u00e7\u00e3o nos setores produtivos e de transportes pode influenciar pouco nos grandes acontecimentos da luta de classes. Na Greve Geral de 28 de abril, por exemplo, o setor de transporte foi fundamental.<br \/>\nTerceiro, os n\u00fameros indicam tamb\u00e9m que n\u00e3o se avan\u00e7ou no trabalho de base.<br \/>\nTodos esses dados, no nosso modo de ver, demonstram uma estagna\u00e7\u00e3o no tamanho e na influ\u00eancia da Central como um instrumento de esquerda para a luta da classe trabalhadora. Tamb\u00e9m devem servir para reflex\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o da Central, na necessidade de um plano de trabalho de base com plen\u00e1rias regionais e municipais, que significam uma outra forma de funcionamento em que a dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria n\u00e3o exer\u00e7a esse atual tipo de controle e, principalmente, possibilitam respostas mais r\u00e1pidas e pol\u00edticas que atendam aos desafios da luta de classes.<\/p>\n<h2>Os problemas de m\u00e9todo<\/h2>\n<p>Depois de muitos anos e v\u00e1rios congressos da Central, pela primeira vez, presenciamos vaias no plen\u00e1rio quando companheiros defendiam posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas diferentes da corrente majorit\u00e1ria. Algo que parece comum, no entanto, no nosso modo de ver, \u00e9 um m\u00e9todo que vai contra os princ\u00edpios da democracia oper\u00e1ria e de um ambiente saud\u00e1vel entre militantes de esquerda.<br \/>\nEntendemos que a realidade est\u00e1 muito complexa, s\u00e3o v\u00e1rios elementos novos e contradit\u00f3rios com o crescimento da direita, a fragmenta\u00e7\u00e3o da esquerda e com a crise da alternativa socialista. E isso, n\u00e3o poucas vezes, produz e continuar\u00e1 produzindo olhares distintos e divergentes sobre a realidade. No entanto, n\u00e3o mudaremos essa situa\u00e7\u00e3o tentando impor uma posi\u00e7\u00e3o como \u00fanica e, inclusive, impedindo a fala dos que pensam diferente (objetivo e consequ\u00eancia das vaias).<br \/>\nUm tensionamento desse tipo prejudica o debate, a pr\u00f3pria compreens\u00e3o da realidade e o desenvolvimento da Central, al\u00e9m disso educa muito mal trabalhadores e trabalhadoras presentes em um sentido contr\u00e1rio ao da unidade e do fortalecimento construindo uma rela\u00e7\u00e3o em que na luta por ideias vale qualquer m\u00e9todo.<\/p>\n<h2>Opress\u00f5es e a pr\u00e1tica longe do discurso<\/h2>\n<p>A CSP-Conlutas como consta em seus estatutos e resolu\u00e7\u00f5es pol\u00edticas \u00e9 tamb\u00e9m um espa\u00e7o para os movimentos que lutam contra a opress\u00e3o machista, homof\u00f3bica e racista. E isso n\u00e3o pode permanecer somente na teoria.<br \/>\nJ\u00e1 h\u00e1 alguns congressos os movimentos de luta contra as opress\u00f5es precisam batalhar no interior do Congresso para terem seus espa\u00e7os. Por exemplo, por conta do atraso do Congresso em decorr\u00eancia de pain\u00e9is, a pauta de debate sobre opress\u00f5es foi transferida para o s\u00e1bado, 8 horas da manh\u00e3, ou seja, hor\u00e1rio sabidamente com pouca participa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAinda assim, s\u00f3 foi realizado um painel com poucas e curtas falas e nem mesmo a relatoria dos Grupos de Trabalho foi encaminhada ao plen\u00e1rio. Ou seja, mais uma vez o debate e a constru\u00e7\u00e3o de um plano de lutas para combater o avan\u00e7o da direita, do machismo, da homofobia e do racismo foram secundarizados no interior da Central, o que demonstra ainda a dist\u00e2ncia entre o discurso e a pr\u00e1tica.<\/p>\n<h2>Nova contribui\u00e7\u00e3o sindical: a CSP-Conlutas \u00e9 a favor?<\/h2>\n<p>H\u00e1 uma forte press\u00e3o das burocracias sindicais (CUT, For\u00e7a Sindical, CTB, etc.) para o governo criar uma nova contribui\u00e7\u00e3o sindical em substitui\u00e7\u00e3o ao famigerado imposto sindical. \u00c9 uma contribui\u00e7\u00e3o que mant\u00e9m a mesma l\u00f3gica do imposto sindical, \u00e9 impositivo. Pelas negocia\u00e7\u00f5es essa nova contribui\u00e7\u00e3o sindical poder\u00e1 chegar a 13% do sal\u00e1rio da classe trabalhadora.<br \/>\nN\u00f3s defendemos uma concep\u00e7\u00e3o sindical que afronte a atual estrutura sindical, sendo que sua sustenta\u00e7\u00e3o financeira se d\u00ea de forma volunt\u00e1ria pelos trabalhadores. Somos contra qualquer contribui\u00e7\u00e3o impositiva.<br \/>\nPara nossa surpresa, o bloco liderado pelo PSTU barrou uma resolu\u00e7\u00e3o que propunha impedir a Central de receber recursos oriundos dessa contribui\u00e7\u00e3o do governo e, principalmente, que desde j\u00e1 se posicionasse contra. Est\u00e1 a corrente majorit\u00e1ria mudando o posicionamento para impor \u00e0 Central as \u201ccontribui\u00e7\u00f5es impositivas\u201d, que financiam as entidades sindicais e at\u00e9 enfraquecem a organiza\u00e7\u00e3o das lutas?<br \/>\n\u00c9 verdade que o bloco n\u00e3o defendeu desde j\u00e1 a nova contribui\u00e7\u00e3o, mas a interven\u00e7\u00e3o feita pelo companheiro contra a resolu\u00e7\u00e3o apresentou a necessidade de \u201cesperar essa nova contribui\u00e7\u00e3o para ver a nossa posi\u00e7\u00e3o\u201d. Isso \u00e9 problema porque desde a funda\u00e7\u00e3o a CSP-Conlutas sempre houve o posicionamento contr\u00e1rio ao imposto sindical, ainda que nunca tenha sido levado de forma s\u00e9ria esse debate e nunca tenha sido adotado medidas contra os v\u00e1rios sindicatos que ret\u00e9m esse imposto de trabalhadoras e trabalhadores.<br \/>\nPortanto, reafirmamos no Congresso que somos contra a velha e nova contribui\u00e7\u00e3o sindical, exigimos medidas efetivas da Central para que as contribui\u00e7\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras sejam volunt\u00e1rias para o fortalecimento e independ\u00eancia das lutas contra a patronal e o governo tornando p\u00fablico desde j\u00e1 o posicionando e o embate \u00e0s centrais pelegas.<\/p>\n<p>Dessa forma, entendemos que a Central necessita avan\u00e7ar como alternativa de luta, de esquerda, com m\u00e9todo, com um plano de lutas e como instrumento da classe trabalhadora de conjunto para, de fato, enfrentar a patronal e seus governos que buscam a cada dia submeter trabalhadores e trabalhadoras com a intensifica\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o e com um \u201cmercado de trabalho\u201d sem direitos, prec\u00e1rio e que t\u00eam contado com a coniv\u00eancia das centrais pelegas, burocratas e aliadas ao reformismo que n\u00e3o possibilita \u00e0 classe reagir e se levantar para mudar o rumo do pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O III Congresso da CSP-Conlutas reuniu aproximadamente 2500 pessoas entre delegados, delegadas, observadores, convidados internacionais e a equipe de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":5242,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5240"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5240"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5240\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5246,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5240\/revisions\/5246"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5242"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5240"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5240"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5240"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}