{"id":5451,"date":"2018-02-06T14:50:49","date_gmt":"2018-02-06T16:50:49","guid":{"rendered":"http:\/\/espacosocialista.org\/portal\/?p=5451"},"modified":"2018-05-28T17:01:42","modified_gmt":"2018-05-28T20:01:42","slug":"derrotar-a-reforma-da-previdencia-e-os-ataques-contra-a-classe-trabalhadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.espacosocialista.org\/portal\/2018\/02\/derrotar-a-reforma-da-previdencia-e-os-ataques-contra-a-classe-trabalhadora\/","title":{"rendered":"Derrotar a Reforma da Previd\u00eancia e os ataques contra a classe trabalhadora!"},"content":{"rendered":"<p>A crise do sistema capitalista aumenta a cada dia. Em \u00e2mbito mundial, sentimos essa intensa crise desde 2008, que vem se aprofundando devido \u00e0 impossibilidade de resolv\u00ea-la dentro dos marcos da sociedade capitalista.<\/p>\n<p>Para recompor a sua taxa de lucro a burguesia, com o capital financeiro a frente, tem aplicado uma pol\u00edtica mundial de retirada de direitos e de aumento da explora\u00e7\u00e3o. Em todos os pa\u00edses do mundo, inclusive nos pa\u00edses centrais\/ricos, os trabalhadores pagam pela crise que os patr\u00f5es e banqueiros criam.<\/p>\n<p>No Brasil, essa pol\u00edtica se reflete nas v\u00e1rias medidas aplicadas at\u00e9 agora \u2013 como as reformas, leis restringindo ou acabando com direitos e com o aumento da repress\u00e3o \u2013 pelos governos Lula, Dilma e Temer. S\u00e3o as mesmas repostas dadas para essa crise sist\u00eamica que perdura h\u00e1 anos.<\/p>\n<p>Nesse sentido, com o processo de impeachment de Dilma(PT) e a entrada de Temer, as reformas para retirada de direitos e o aumento da explora\u00e7\u00e3o aumentaram rapidamente. Essa foi uma das raz\u00f5es do impeachment, pois a forma de gerenciar o Estado n\u00e3o atendia aos interesses do capital na rapidez que a crise exigia e exige.<\/p>\n<p>A crise internacional imp\u00f5e a necessidade de governos servi\u00e7ais do imperialismo adotarem medidas de retirada de direitos da popula\u00e7\u00e3o \u2013 independente de seus partidos. O Estado, como instrumento para domina\u00e7\u00e3o de classe, \u00e9 um dos respons\u00e1veis pelo processo de implementa\u00e7\u00e3o dos ataques contra a classe trabalhadora. E a burguesia, determina quem sai e quem fica como numa troca de ger\u00eancia de turno, s\u00f3 n\u00e3o muda o seu papel.<\/p>\n<p>Temer (MDB) tem avan\u00e7ado com as reformas (Trabalhista, avan\u00e7o da Terceiriza\u00e7\u00e3o, do Ensino M\u00e9dio) e tenta votar a da Previd\u00eancia. Tem tamb\u00e9m avan\u00e7ado com a abertura total e entrega do patrim\u00f4nio p\u00fablico, das riquezas naturais e com os processos de privatiza\u00e7\u00f5es como da venda da Eletrobr\u00e1s, da Embraer, de Correios e logo vir\u00e1 tamb\u00e9m dos bancos p\u00fablicos como Banco do Brasil. Os governos estaduais t\u00eam feito o mesmo. Em S\u00e3o Paulo, Alckmin (PSDB\/OpusDei) est\u00e1 privatizando v\u00e1rias linhas do Metr\u00f4, por exemplo.<\/p>\n<p>Nesse processo, esses pa\u00edses buscam reduzir os custos envolvidos para a reprodu\u00e7\u00e3o do capital e tamb\u00e9m uma melhor localiza\u00e7\u00e3o para a competi\u00e7\u00e3o no mercado mundial. Para exportar precisam reduzir ao m\u00e1ximo os custos com a for\u00e7a de trabalho. Segue nesse o sentido a interven\u00e7\u00e3o do Estado para mudar a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, retirar obst\u00e1culos de controle\/elimina\u00e7\u00e3o do trabalho escravo, financiamento do plantio para as grandes empresas do agroneg\u00f3cio, controle das taxas de c\u00e2mbio, entre outras tantas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Trabalhadores e estudantes pagam pela crise<\/h2>\n<p>Em 2017, segundo dados oficiais, o Brasil registrou a menor taxa de infla\u00e7\u00e3o desde 1999. Mas, os aumentos de pre\u00e7os das passagens, dos mantimentos, do botij\u00e3o de g\u00e1s, do g\u00e1s encanado, da energia el\u00e9trica, da \u00e1gua e esgoto, da gasolina, dentre outros foram abusivos e toda a classe trabalhadora sabe disso.<\/p>\n<p>Por outro lado, em 2018, o aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo foi o menor em 24 anos (1,81%) desde a cria\u00e7\u00e3o do Plano Real em 1994 e, inclusive, menor que o \u00edndice da infla\u00e7\u00e3o de 2017 (2,95%). Passou de R$ 937,00 para R$ 954,00, um &#8220;aumento&#8221; irris\u00f3rio de m\u00edseros 17 reais. \u00c9 t\u00e3o pouco que em muitas cidades s\u00f3 o aumento da tarifa de transporte coletivo ir\u00e1 consumir esses 17 reais.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que, segundo o IBGE, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive com MENOS de um sal\u00e1rio m\u00ednimo (Veja no site do Espa\u00e7o Socialista o texto:\u00a0Brasil:\u00a0\u201cum pa\u00eds de poucos com muito e tamb\u00e9m de muitos com pouco\u201d), isto \u00e9, s\u00e3o considerados pobres os 52 milh\u00f5es de pessoas que vivem com\u00a0at\u00e9 R$ 387,00 por m\u00eas. E, quem ganha acima desse valor, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 considerado pobre.<\/p>\n<p>Podemos notar isso com a quantidade de pessoas, inclusive idosos e crian\u00e7as, pedindo esmolas ou vendendo mercadorias nos transportes coletivos como forma de conseguir o m\u00ednimo para sobreviver, dentro de um contexto com alto \u00edndice de desemprego.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o milh\u00f5es de desempregados, isso segundo os dados oficiais do IBGE, que n\u00e3o incluem a totalidade dos desempregados, pois quem j\u00e1 desistiu de procurar emprego n\u00e3o \u00e9 considerado desempregado. Ou seja, esse n\u00famero \u00e9 muito maior. Sem falar dos empregos precarizados que t\u00eam crescido muito ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da Reforma Trabalhista.<\/p>\n<p>Quando observamos de forma localizada, percebemos como alguns setores da classe trabalhadora sofrem mais. Entre os jovens, por exemplo, 30% est\u00e3o desempregados. A maioria das demiss\u00f5es tem sido de mulheres e de pessoas negras. E os reajustes salariais, de uma forma geral, quando ocorreram s\u00e3o baix\u00edssimos, muitos nem repondo a infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E do lado da burguesia, nunca a riqueza esteve concentrada nas m\u00e3os de t\u00e3o poucas pessoas. No Brasil, apenas 5 pessoas t\u00eam o mesmo que a metade mais pobre da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Ofensiva do governo para votar Reforma<\/h2>\n<p>Temer, Meirelles e sua corja querem votar a Reforma da Previd\u00eancia ainda neste m\u00eas de fevereiro. Para isso, t\u00eam utilizado todas as formas de press\u00e3o: propaganda mentirosa nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, negocia\u00e7\u00e3o por cargos, libera\u00e7\u00e3o de verbas para os deputados e a \u00faltima foi entregar uma lista de 90 deputados indecisos para os lobistas do mercado financeiro pression\u00e1-los.<\/p>\n<p>Outra frente de batalha \u00e9 a propaganda feita diretamente por Temer. Negociou apoio de emissoras de televis\u00e3o, foi aos programas do Silvio Santos e do Ratinho, para tentar atrair a chamada &#8220;classe C\u201d, deu entrevistas em outros canais e tem conversado diretamente com os deputados. Sempre vendendo o argumento mentiroso do d\u00e9ficit\/rombo (que n\u00e3o existe, como j\u00e1 foi comprovado por v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os) e da necessidade de &#8220;cortar privil\u00e9gios&#8221;.<\/p>\n<p>Ainda que tenham muitas d\u00favidas, trabalham para a vota\u00e7\u00e3o acontecer no dia 19 ou 20 de fevereiro.<\/p>\n<h2>As dire\u00e7\u00f5es cumprem um p\u00e9ssimo papel<\/h2>\n<p>Mesmo com essa ofensiva por parte do governo, da burguesia e do Judici\u00e1rio as dire\u00e7\u00f5es do movimento (CUT, For\u00e7a Sindical e outras) nada fazem de concreto para organizar uma grande luta contra essa Reforma. At\u00e9 agora, come\u00e7o de fevereiro, o que tem \u00e9 o chamado para um \u201cdia nacional de lutas\u201d na data prevista para a vota\u00e7\u00e3o. Mas, nem mesmo isso tem sido organizado nos locais de trabalhado, na base. Apenas em Santa Catarina aconteceu uma Plen\u00e1ria Popular Contra a Reforma da Previd\u00eancia com a participa\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria das Centrais Sindicais.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o \u201cs\u00f3 trai\u00e7\u00f5es\u201d. Essas dire\u00e7\u00f5es est\u00e3o longe de estarem ao lado dos trabalhadores e s\u00e3o dominadas por setores pelegos. Al\u00e9m de burocratizadas est\u00e3o completamente comprometidas com esse gerenciamento do capital e do Estado burgu\u00eas.<\/p>\n<p>Em ess\u00eancia fazem de tudo para manter o movimento sobre controle e assim dar a sua contribui\u00e7\u00e3o para que se governe e para que se sustente a pol\u00edtica do regime democr\u00e1tico burgu\u00eas.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a raz\u00e3o de terem feito de tudo para impedir o aumento, a massifica\u00e7\u00e3o e unifica\u00e7\u00e3o das lutas. E boicotaram v\u00e1rios chamados \u00e0 Greve Geral at\u00e9 mesmo desviando as lutas para interesses eleitorais.<\/p>\n<h2>Construir uma resist\u00eancia de verdade!<\/h2>\n<p>Durante todo o ano de 2017 muitas tentativas e lutas foram feitas para barrar os ataques contra a classe trabalhadora, como as mobiliza\u00e7\u00f5es de mar\u00e7o, a Greve Geral de abril e a Marcha \u00e0 Bras\u00edlia. Neste ano a resist\u00eancia segue com a luta contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, a Greve de Metrovi\u00e1rios\/SP contra a privatiza\u00e7\u00e3o de duas linhas do Metr\u00f4 e a luta por moradia com suas ocupa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No entanto, as centrais \u2013 que buscam esconder a inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o mobilizar \u2013 dizem \u201cse votar, vamos parar\u201d. Isso \u00e9 perigoso, pois s\u00f3 vamos parar depois de votar? Depois de o governo e os patr\u00f5es j\u00e1 terem tido a vit\u00f3ria?<\/p>\n<p>As mobiliza\u00e7\u00f5es do ano passado e a Greve Geral de abril foram decisivas para impedir, naquele momento, governo de aprovar a Reforma da Previd\u00eancia. Com essas a\u00e7\u00f5es a maioria esmagadora da popula\u00e7\u00e3o se convenceu de que s\u00e3o reformas que destroem nossos direitos e se criou um grande movimento popular contra essa Reforma.<\/p>\n<p>As mobiliza\u00e7\u00f5es impuseram essa derrota ao governo, que sequer conseguiu juntar sua tropa para a vota\u00e7\u00e3o. Isso demonstra que precisamos agir e que o<strong> movimento deve ser antes da vota\u00e7\u00e3o e n\u00e3o depois.<\/strong><\/p>\n<p>Uma Greve Geral de fato \u00e9 ferramenta fundamental nessa luta, mas ainda \u00e9 pouco pelo tamanho da unidade da burguesia e do governo para imporem essa Reforma. Esse processo passa tamb\u00e9m pela constru\u00e7\u00e3o da unidade entre os diversos setores da classe trabalhadora, pela constru\u00e7\u00e3o de organismos de base para a luta e de um plano de luta que envolva mobiliza\u00e7\u00f5es nos locais de trabalho, estudo, moradia e manifesta\u00e7\u00f5es dentre outras atividades que desemboquem na Greve Geral.<\/p>\n<h2>O Judici\u00e1rio<\/h2>\n<p>J\u00e1 denunciamos aqui muitas vezes que o Judici\u00e1rio \u00e9 mais uma institui\u00e7\u00e3o de domina\u00e7\u00e3o da burguesia contra a classe trabalhadora. Toda a sua estrutura verticalizada \u00e9 para que nenhum \u201cdeslize\u201d de ju\u00edzes de primeira inst\u00e2ncia possa favorecer os pobres.<\/p>\n<p>Rafael Braga \u00e9 o maior exemplo. Foi condenado a 11 anos por portar 0,6\u00a0<em>gramas de maconha<\/em>\u00a0e 9,6\u00a0<em>gramas<\/em>\u00a0de coca\u00edna, enquanto envolvidos e pessoas pr\u00f3ximas a A\u00e9cio e o senador Perrela na apreens\u00e3o de 400 quilos de coca\u00edna est\u00e3o todos soltos. Ou ainda o filho da desembargadora do Mato Grosso do Sul, preso com mais de 130 quilos de maconha e armas, continua solto.<\/p>\n<p>No \u00faltimo per\u00edodo, como j\u00e1 dissemos, o Judici\u00e1rio tem se fortalecido em especial com a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato. Aos olhos de uma boa parte da popula\u00e7\u00e3o parece (mas n\u00e3o \u00e9) que est\u00e1 combatendo a corrup\u00e7\u00e3o e as injusti\u00e7as. No entanto, mesmo da lista da Lava Jato, a maioria est\u00e1 em suas luxuosas casas ou mesmo cumprindo mandato: Os Odebrecht, A\u00e9cio, Alckmin,etc.<\/p>\n<p>Com isso passou tamb\u00e9m a ter uma maior interven\u00e7\u00e3o no plano pol\u00edtico. As decis\u00f5es, questionadas juridicamente, representam cada vez mais um posicionamento pol\u00edtico desse \u00f3rg\u00e3o diante da situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. O apoio \u00e0s medidas econ\u00f4micas do governo, a chancela para o prosseguimento do impeachment, os posicionamentos pol\u00edticos p\u00fablicos s\u00e3o a demonstra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o que procuram ocupar.<\/p>\n<p>Por isso, necessitamos intensificar tamb\u00e9m a den\u00fancia do Judici\u00e1rio e do Congresso Nacional como instrumentos de poder da classe dominante. E intensificar a den\u00fancia da criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais \u2013 \u00a0que n\u00e3o \u00e9 algo recente e vem crescendo desde Junho de 2013, especialmente desde a aprova\u00e7\u00e3o da Lei de Garantia da Ordem (LGO), durante o governo Dilma.<\/p>\n<h2>O debate eleitoral&#8230;<\/h2>\n<p>No nosso modo de ver a prioridade, nesse momento, deve ser contribuir com a constru\u00e7\u00e3o da luta contra a Reforma da Previd\u00eancia. Mas, infelizmente at\u00e9 mesmo setores da esquerda, entraram nesse debate e atividades eleitorais t\u00eam tido mais espa\u00e7o na agenda do que o trabalho junto \u00e0 classe trabalhadora.<\/p>\n<p>No plano eleitoral a burguesia ainda n\u00e3o conseguir encontrar um nome que a unifique nacionalmente. Os candidatos para isso s\u00e3o muitos: Alckmin, Luciano Huck, Bolsonaro, entre outros. E at\u00e9 mesmo Lula e o PT j\u00e1 acenaram v\u00e1rias vezes para um governo a favor do mercado.<\/p>\n<p>Nesse momento, a burguesia entende que Lula j\u00e1 cumpriu seu papel como servi\u00e7al da classe dominante, por isso deve ser uma carta fora do baralho. Essa \u00e9 a raz\u00e3o de fundo, no m\u00eas passado, de sua condena\u00e7\u00e3o por unanimidade na Segunda Inst\u00e2ncia da Justi\u00e7a burguesa, jogando-o contra a parede.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao debate na esquerda, entendemos que ficar no nome de qual dever ser o candidato \u00e9 bastante equivocado. Num momento de crise econ\u00f4mica e suas duras consequ\u00eancias, a esquerda necessita se debru\u00e7ar sobre qual o programa da classe trabalhadora para sair da crise. E s\u00f3 a partir da\u00ed discutir nome\/partidos\/frente, etc.<\/p>\n<p>Sem d\u00favida, no processo eleitoral a esquerda deve ter um posicionamento, mas deve se diferenciar como alternativa sob pena de cair no mesmo descr\u00e9dito dos pol\u00edticos tradicionais.<\/p>\n<h2><strong>A esquerda como alternativa <\/strong><\/h2>\n<p>Vivemos em momento de ataques. Por conta do agravamento da crise econ\u00f4mica a burguesia n\u00e3o quer conceder nem mesmo pequenas migalhas.<\/p>\n<p>Essa compreens\u00e3o \u00e9 importante porque ainda h\u00e1 muitos setores organizados que vendem a ilus\u00e3o de que basta um governo ou um gestor diferente que os problemas s\u00e3o solucionados.<\/p>\n<p>A esquerda se apresentar como alternativa n\u00e3o \u00e9 ter sucesso eleitoral. Eleger uma bancada que n\u00e3o tenha acordo com os ataques do capital, de fato, pode ser importante, mas isso n\u00e3o pode ser <strong>apresentado como a \u00fanica alternativa program\u00e1tica radical<\/strong> aos problemas que a classe trabalhadora e os pobres enfrentam. Necessitamos dialogar com o conjunto dos trabalhadores para avan\u00e7armos nas lutas visando romper com a ordem vigente para construirmos a alternativa socialista ideol\u00f3gica e de classe.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse sentido que defendemos a constru\u00e7\u00e3o de um movimento pol\u00edtico dos trabalhadores, contra o capital, o seu Estado e pela revolu\u00e7\u00e3o socialista. A constru\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os pol\u00edticos de organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, em seus locais de trabalho, estudos e moradia.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s, \u00e9 fundamental contribuirmos com a classe trabalhadora para o desenvolvimento da consci\u00eancia socialista, a fim de que se coloque como sujeito pol\u00edtico e social na realidade pol\u00edtica nacional.<\/p>\n<p>M\u00e3os \u00e0 obra!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A crise do sistema capitalista aumenta a cada dia. 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